domingo, 1 de abril de 2012

ÌNTIMO E DIVINO

O Deus que enche o Universo implodiu para se tornar um bebê humilde que, como qualquer outra criancinha deste mundo, teve de aprender a caminhar, e a falar, e a vestir-se. Na encarnação, o Filho de Deus assumiu deliberadamente uma postura de desvantagem, trocando a onisciência por um cérebro que aprendeu aramaico fonema por fonema, a onipresença por duas pernas e ocasionalmente um jumento, a onipotência por braços fortes o suficiente para serrar uma tábua, mas fracos demais para a autodefesa.
Em vez de controlar cem bilhões de galáxias ao mesmo tempo, Ele só via um caminho estreito de Nazaré, um monte de pedras num deserto da Judeia ou uma rua apinhada de Jerusalém.
Por causa de Jesus nós nunca precisamos questionar o desejo de intimidade de Deus. Deus realmente quer um contato íntimo conosco? Jesus renunciou ao céu para isso. Ele pessoalmente restabeleceu a ligação original entre Deus e os seres humanos, entre o mundo visível e o invisível.
Jesus nos permite “reconstruir nossa fé” e renovar nossa confiança. Podemos confiar em Deus porque confiamos em Jesus. Se duvidarmos de Deus, ou se o julgarmos incompreensível, incognoscível ou intocável o melhor remédio é olhar fixamente para Jesus, Aquele que curou todos os doentes que cruzaram Seu caminho, que perdoou e confortou os corações dos que buscaram Nele amparo. Aquele que afirmou, sem rodeios, que para Deus nada é impossível.
(Philip Yancey, em “O DEUS (IN)VISÍVEL”)

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