quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

OTIMISMO, FÉ E BOM ÂNIMO

Quando a tragédia faz sua aparição não-desejada, e ficamos surdos para tudo, a não ser para o grunhido de nossa própria agonia, quando a coragem sai pela janela e o mundo parece hostil e ameaçador, é hora de nosso próprio Getsêmani. Nenhuma palavra, por mais sincera que seja, oferece conforto nem consolação. A noite é má. Nossa mente está entorpecida, npsso coração vazio, nossos nervos esfacelados. Como sobreviveremos à noite? O Deus de nossa viagem solitária não dá uma palavra.
Ainda assim, nessas que são as mais desesperadoras provações de nossa existência humana, pode acontecer de sentirmos, ultrapassando toda explicação lógica, uma mão com marcas de pregos segurando a nossa. Conseguimos salvaguardar aquele pequeno fragmento de Deus dentro de nós e não dar lugar ao desespero. Isso é fé, essa é a confiança que nosso Senhor espera de nós.
Sobrevivemos à noite, e a escuridão abre caminho para a luz da manhã. A tragédia altera radicalmente a direção de nossa vida, mas, em nossa vulnerabilidade e incapacidade de nos defender, experimentamos o poder de Jesus.
A esperança sabe que, se forem evitadas as grandes provações, grandes feitos permanecem por fazer e aborta-se a possibilidade de a alma ser grande. O pessimismo e a derrota não são frutos do Espírito Santo em nós. O otimismo, a fé e o bom ânimo, sim.
(Brennan Manning, em “O OBSTINADO AMOR DE DEUS”)

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

SACERDOTES REAIS

“A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.” (2Co 12:9). E concluiu: “De boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo… Porque quando estou fraco, então é que sou forte.” (2Co 12:9b, 10b)
Esse é mais um paradoxo da vida com Deus. Não precisamos temer as nossas próprias fraquezas, pois é então que o poder do Deus infinito se revela em Sua plenitude.
No Antigo Testamento, o povo de Deus não tinha acesso à Sua presença, a não ser por intermédio dos sacerdotes. Um dos costumes daquela época era o de as pessoas rasgarem as suas vestes em sinal de desespero quando alguma grande tragédia as atingia. Mas ao sacerdote era vedado fazer isso. Sabe por quê? Como ele tinha acesso direto à presença de Deus, rasgar as suas vestes significaria que a situação que ocasionava esse ato estava além do poder de Deus. E isso constituía uma blasfêmia , pois para Deus não há impossíveis.
Jesus, através da Sua morte, nos deu acesso direto à presença de Deus, fazendo-nos sacerdoes reais (1Pe 2:9). Assim, jamais podemos nos entregar ao desespero, por mais tristes e difíceis que sejam as nossas circunstâncias. O Deus de cujo trono de graça podemos nos aproximar confiantemente quendo precisarmos de socorro para ocasião oportuna (Hb 4:16), tem poder para operar em TODAS as circunstâncias. Atente para isso: O nosso Deus, o único, é o Deus dos impossíveis.
“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com olhos se viu Deus além de Ti, que trabalha apara aquele que nele espera.” Is 64:4
(Wanda Assumpção, em “…E DEUS FEZ A MULHER”)

domingo, 15 de dezembro de 2013

DESAFIOS EXTREMOS

“Acima das nossas forças.” (2 Co 1.8.)
“Para que sobre mim repouse o poder de Cristo.” (2 Co 12.9.)
Deus permitiu que a crise se apertasse em torno de Jacó, naquela noite em que ele se inclinou em súplicas em Peniel, a fim de levá-lo a apoderar-se de Deus, pois sem a crise ele não teria chegado a esse ponto. E por causa daquele lugar estreito de perigo, Jacó teve a sua fé alargada e cresceu no conhecimento de Deus, como também no poder de uma vida nova e vitoriosa.
Deus teve de fazer Davi passar por uma disciplina longa e penosa, para que ele viesse a conhecer a onipotência e a fidelidade do seu Deus e para que se gravassem aqueles princípios de fé e piedade que eram indispensáveis à sua gloriosa carreira como rei de Israel.
Paulo só pôde conhecer todo o significado da promessa “A minha graça te basta”, através das situações extremas em que foi colocado. E assim ele aprendeu a fazer uso dela, e através dele a igreja o tem aprendido.
Só as provações e os perigos que atravessamos é que poderiam ter levado alguns de nós a conhecê-lO como O conhecemos, a confiar Nele como confiamos. As nossas situações desesperadoras é que nos obrigaram a tomar Dele toda a graça de que precisávamos.
Não nos enganemos, só crescemos na fé e na maturidade pessoal quando somos desafiados ao extremo. Fora das provações permaneceríamos crianças mimadas e birrentas querendo tudo a tempo e a hora, da nossa forma, do nosso jeito. Já imaginou as consequências disso?
As dificuldades e obstáculos são os desafios que Deus lança à nossa fé. Quando encontramos obstáculos no caminho, precisamos considerá-los como vasilhas que a fé tem diante de si para encher da plenitude e suficiência de Jesus; e à medida que avançamos, confiando simples e inteiramente NELE, e SOMENTE NELE, podemos ser provados na certeza que não desfaleceremos.
Podemos ter de esperar e deixar que a paciência tenha a sua obra completa, mas no fim acharemos a pedra removida do sepulcro e o Senhor esperando para nos recompensar em dobro pelo nosso tempo de prova.
(Lettie B. Cowman, em “MANANCIAIS NO DESERTO”)

sábado, 14 de dezembro de 2013

CONFISSÃO DE FÉ

“Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.” Jo 8:12
Eu não acredito no “meu” poder.
Não acredito na “força do universo”
Não acredito na “vida”.
Não acredito em sorte.
Não tenho amuletos.
Não acredito na “força da atração”, nem em pensamento positivo.
Acredito com todas as minhas forças, com toda minha inteligência, com todo meu coração no poder do DEUS que se fez homem em Jesus Cristo.
Por isso, também não acredito no deus que muitos relacionam a uma “força cósmica” que se materializa na natureza. Besteira pura! A natureza, bela como ela só, não é criadora, é criação, obra do DEUS que a teceu milimetricamente.
Não sigo um deus vingativo, egocêntrico e sádico. Sou amiga íntima do DEUS que me ama graciosamente apesar dos meus incontáveis defeitos, que decidiu residir dentro de mim através do SEU Santo Espírito e, dia a dia, dependendo da minha entrega, do meu comprometimento com ELE, me lapida, me melhora, me conduz.
Não acredito em catecismos, nem me prendo a rituais. Creio, incondicionalmente, no poder do DEUS que me escuta e me responde, isso é oração. Creio no DEUS para o qual impossíveis não existem, o DEUS que faz o impensável dentro da nossa lógica miúda e de nossas expectativas estreitas.
Creio no DEUS pessoal, que tem face e nome – JESUS CRISTO. O ÚNICO que merece meus joelhos curvados, meu coração contrito, minhas confissões e arrependimentos. O ÚNICO merecedor da minha confiança e fé.
Creio que SEU perdão me foi dado por meio do SEU sacrifício naquela cruz, se assim não fosse, por que aquela crucificação? Por que tanta dor e sofrimento naquele calvário se não fosse para me salvar, me libertar e me justificar? Não tenho mais o que pagar, ELE pagou em meu lugar.
Creio no DEUS que está ao meu alcance, de ouvidos atentos a minha pessoa 24h por dia, todos os dias, tanto no pico de uma montanha, quanto no meio de um engarrafamento. O DEUS que atende minhas necessiades porque é um DEUS que age, que se move a meu favor; o DEUS que também me diz “não!” ou “espere!’ porque sabe, melhor do que eu, o que é melhor para mim.
Creio, sim, e como creio! Creio que JESUS pode o que eu não posso, que ELE sabe todos os motivos, e eu não preciso entender de tudo. O que preciso é crer e confiar no que, de fato, creio e confio – que ELE é bom, justo, misericordioso, amoroso, superpoderoso. Sem ELE nada sou, mas ELE é tudo, NELE me encontro, NELE me farto e me lambuzo de liberdade e paz.
Isso é o que basta!
A JESUS, SOMENTE A ELE, TODA GLÓRIA!
(Neuma Fernandes)

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

ALÉM DO NEVOEIRO“Prossigo para o alvo, a fim de ganhar o prêmio do chamado celestial de Deus em Cristo Jesus.” Filipenses 3.14
Em 1952, Florence chadwick tentou nadar nas frias águas do oceano entre a ilha catalina e a costa da Califórnia. ela nadou em meio a um nevoeiro e mar revolto por quinze horas. Seus músculos começaram a
lhar devido a câimbras e sua determinação se enfraqueceu. Ela implorou para ser tirada da água, mas sua mãe, que estava num bote ao lado dela, insistia para que ela não desistisse. Ela continuou tentando, mas ficou exausta e parou de nadar. Ajudantes a tiraram da água e a colocaram no bote. remaram por poucos minutos, o nevoeiro se dissipou e ela descobriu que a costa estava a pouco mais de oitocentos metros de distância. “Tudo o que eu podia ver era o nevoeiro”, explicou ela na coletiva de imprensa. “Creio que se tivesse visto a costa, poderia ter conseguido”.
Dê uma boa olhada na costa que espera por você. Não seja enganado pelo nevoeiro do fracasso. a linha de chegada pode estar a apenas algumas braçadas de distância. Fique firme! Acredite que existe muito mais na vida do que aquilo que pode ser visto com os olhos.
(Max Lucado, em “BOM DIA!”)

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

É TEMPO DE SONHAR
A esperança cristã não significa deixar de ver a realidade. Antes, as dificuldades são a forja da esperança. Na verdade, a esperança bíblica é realista e olha as dificuldades com honestidade. Ela se fundamenta nas promessas de Deus, mesmo que contradigam a experiência do presente. Esperar, na Bíblia, é esperar contra a esperança (Romanos 4.18). É por isto que vivemos uma tensão até o cumprimento da promessa (Romanos 8.18-25). Nesse tempo, caminhamos pela fé, não pela vista (2Coríntios 5.7).
É tempo de sonhar. Sonhar e aguardar de Deus coisas boas é típico do cristão. A mudança verdadeira é possível, boas supresas são possíveis, acontecimentos alegres são possíveis…..Se sua fé está ancorada em Jesus, acredite no melhor, espere o melhor! Nosso futuro como crentes não tem que se desenvolver a partir do que é presentemente possível, mas daquilo que é possível para Deus. A esperança cristã é essencialmente criativa, pois espera novas coisas, boas coisas. Afinal, é Deus quem dá vida aos mortos e traz à existência coisas que ainda não existem (Romanos 14.17). A esperança é otimista no melhor sentido, pois nos abre para realidades e experiências autenticamente novas, libertando-nos do desespero e do pessimismo.
Mantenha viva a sua esperança.
“Que o Deus da esperança encha você de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que você transborde de esperança, pelo poder do Espírito Santo” (Romanos 15.13)
(PORTAL PRAZER NA PALAVRA)

sábado, 7 de dezembro de 2013

ALEGRIA FORA DE HORA
“Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem lhes faltar coisa alguma.” (Tiago 1.2-4)
Tiago, irmão de Jesus, escreveu uma carta aos cristãos que estavam sofrendo perseguição. Eles haviam sido expulsos de Jerusalém e deixado para trás seus bens, familiares e amigos. Estavam começando vida nova em outro lugar, e precisavam construir novos relacionamentos, redefinir sua carreira profissional e ainda por cima se defender dos ataques daqueles que se opunham à sua fé em Jesus Cristo.
Um dos conselhos de Tiago para aqueles cristãos em situação tão adversa foi que deveriam receber com alegria as tribulações e provações que a vida colocava diante deles. Tiago justificou seu conselho apresentando três conseqüências das tribulações.
As tribulações provam a nossa fé, isto é, revelam a qualidade dos alicerces onde construímos nossas vidas. Outra maneira de dizer isso é que as tribulações nos mostram quem de fato somos. Muitas pessoas vivem iludidas em relação a si mesmas, e por esta razão constroem suas vidas em alicerces falsos – e vice-versa. Cedo ou tarde estes alicerces são desmascarados e tudo o que está sobre eles pode ruir, como por exemplo: auto-estima, esperança, prazer de viver, relacionamentos, sonhos de futuro, carreira profissional. As situações da vida que confrontam nossos alicerces existenciais são de fato oportunidades extraordinárias para nos reinventarmos, tanto substituindo o que identificamos como inadequado, quanto no desenvolvimento do que identificamos frágil.
As tribulações produzem perseverança, isto é, nos fortalecem para enfrentar a vida. O ditado popular diz que “Deus dá o frio conforme o cobertor”. Acredito nisso. Acredito que o exercício de viver nos coloca diante de desafios proporcionais à maturidade. Uma é a dificuldade da criança, outra, do adolescente, e outra, dos adultos que já não acreditam em Papai Noel e já deixaram a prepotência juvenil de lado. As dificuldades que enfrentamos no caminho nos ajudam a encarar a vida e continuar andando rumo ao futuro desejado. À medida que vamos encarando e superando as tribulações, vamos perdendo o medo de cara feia, até que a vida mostra sua face mais terrível e se surpreende com nossa capacidade de superá-la.
Finalmente, as tribulações nos fazem pessoas maduras e íntegras, sem falta de nada. Atravessar tempos difíceis exige de nós a descoberta e o desenvolvimento de recursos interiores. As tribulações nos tiram todos os pontos externos de apoio: nos sentimos solitários, incompreendidos e injustiçados; perdemos posição, status e privilégios, além de dinheiro e conforto; e descobrimos que as bases onde escorávamos nossa identidade e as fontes de onde tirávamos forças para viver eram falsas ou insuficientes. Nesse momento, olhamos para dentro e para o alto. E descobrimos uma fé mais amadurecida, que nos aproxima mais de Deus, e recebemos a coragem de continuar vivendo.
Estranhamente, vamos percebendo que precisávamos de bem menos do que imaginávamos para a nossa felicidade, até que surpresos, nos deparamos com a sensação de que muito embora o mundo lá fora esteja em convulsão, o mundo de dentro do coração, está em paz e serenidade. Quando chegamos nesse ponto de integridade (integralidade) é que passamos a desfrutar dos poucos recursos, dos amigos raros e das pequenas alegrias do dia-a-dia como suficientes para a felicidade. Aí sim, somos homens e mulheres de verdade. Construídos na forja das tribulações. Livres das ilusões. Prontos para viver, dar e construir.
(Pr
Ed René Kivitz)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

ORAÇÃO SIMPLES E CHEIA DE FÉ
“E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos.” Mateus 6:7
Temos que aprender a confiar na oração simples e cheia de fé. Precisamos confiar que mesmo se dissermos apenas, “Deus, me ajude,” Ele ouve e vai responder nossa oração. Podemos contar que Deus será fiel em fazer o que lhe pedimos, desde que nosso pedido esteja de acordo com a Sua vontade. Muitas vezes ficamos presos nas nossas muitas palavras quando vamos orar.
Às vezes perdemos de vista o fato de que a oração é simplesmente uma conversa com Deus. A duração, o volume e a eloquência de nossa oração não é a questão; é a sinceridade do nosso coração e a confiança que temos de que Deus ouve e nos responde que é importante. Às vezes tentamos soar tão devotos e elegantes que nos perdemos. Se conseguíssemos nos livrar de tentar impressionar a Deus, estaríamos muito melhor.
A Primeira Epístola aos Tessalonicenses 5:17 diz: “Orem continuamente”, ou como diz a versão Almeida Atualizada: “Orai sem cessar”. Se não entendemos que a oração deve ser simples e cheia de fé, essa instrução pode nos parecer um fardo muito pesado de se carregar. Talvez sintamos que estamos nos saindo muito bem se orarmos por trinta minutos por dia, então, como poderíamos orar sem parar? Precisamos ter tanta confiança na nossa vida de oração a ponto da oração ser como respirar, algo que fazemos sem esforço, a cada momento que estamos vivos.
Não nos esforçamos e batalhamos para respirar, a não ser que tenhamos um problema nos pulmões, e tampouco deveríamos batalhar e ter dificuldade em orar. Acredito que não teríamos nenhum problema nessa área se realmente entendêssemos o poder de uma oração simples e cheia de fé. Deveríamos nos lembrar de que a oração é poderosa quando é sincera e sustentada pela fé.
(Joyce Meyer, em “O PODER DA ORAÇÃO SIMPLES”)