sexta-feira, 31 de maio de 2013


ENXERGANDO ALÉM DA DOR

O cristianismo não é uma religião que prega o dualismo pelo qual o bem e o mal são forças iguais e contrárias que se opõem, destinadas a disputar uma luta eterna que deve resultar em um empate. Deus é soberano sobre toda a criação. Seu governo é tão soberano na dor e na doença quanto na prosperidade.
Davi também entendeu este princípio, como podemos ver na narrativa a seguir:
“E buscou Davi a Deus pela criança; e jejuou Davi, e prostrou-se sobre a terra….E sucedeu que no sétimo dia morreu a criança…Então Davi levantou e se lavou, e se ungiu, e mudou de roupa, e entrou na Casa do Senhor e adorou…” (2Sm 12:16-23)
Davi orou a Deus por sete dias pela vida do seu filho, quando a criança faleceu ele se refez e foi ao templo adorar ao Senhor. Aqui encontramos Davi como homem segundo o coração de Deus. Nesta passagem, o personagem cuja voz ressoa nos salmos, se revela claramente. Ao perceber que Deus não atendeu suas petições, Davi imediatamente foi à igreja para adorar ao seu Deus. Davi expôs suas súplicas diante do trono do Todo-Poderoso, e não teve êxito. Apesar disso, ele estava disposto a se curvar perante a providência de Deus, deixar Deus ser Deus.
Se entendemos a providência de Deus e amamos o Deus da providência, podemos adorá-Lo com o sacrifício de louvor que Ele inerentemente merece quando acontecem coisas que nos causam dor, sofrimento e aflição. Esta compreensão da providência é vital para todos que adoram a Deus. Trata-se de uma adoração de fé que está firmada na confiança. Davi confiou o seu futuro e o futuro de seu filho a Deus. Davi percebeu que ainda não tinha ouvido o restante da história e que todos os capítulos seguintes seriam escritos por Deus.
(R. C. Sproul, em “A INVISÍVEL MÃO DE DEUS”)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

AS ESTRATÉGIAS DIVINAS

O Senhor não nos poupa das dificuldades da vida porque somos Seus seguidores, cidadãos do Seu Reino. Muito pelo contrário. Ele permite que passemos por situações adversas, a fim de testar-nos, fortalecer-nos e refinar nossa fé. Saber perseverar diante das adversidades molda e amadurece nosso caráter.
Se você acha que é difícil aceitar essa idéia, analise a experiência de Daniel. Como se sentiria caso estivesse no lugar do profeta e lhe dissessem que, por causa de sua obediência fiel a Deus, você seria jogado em uma cova cheia de leões famintos? Talvez Daniel tenha orado e esperado que um anjo o salvasse antes de entrar na cova. Mas nenhum anjo apareceu. Pode ser que ele tenha pensado que seria transportado sobrenaturalmente até um lugar seguro, sumindo diante dos olhos do rei Dário e sua corte. Nada disso aconteceu também.
Quando levaram Daniel preso em direção à cova dos leões, é provável que tenha passado pela cabeça dele que Deus o salvaria durante o percurso, livrando-o dos homens. Isso também não ocorreu. Quando Daniel ouviu o rugido dos animais, pode ter começado a perguntar-se onde estava o Senhor.
No momento em que foi jogado na cova e cercado pelos animais, descobriu o lugar no qual Deus se encontrava – bem ali, na cova junto com ele! O Senhor tinha enviado um anjo à frente para fechar a boca dos bichos de forma que nada de ruim acontecesse ao Seu servo. Ele salvou Daniel mas o profeta teve que passar pelo processo de acusação e punição, indo parar na cova das feras, sem que soubesse o resultado de antemão.
Onde estava Deus? Daniel teve de mudar o foco de confiança, das obras de Deus para Deus em si (a história completa está em Daniel 6).
A visão de Daniel em relação á fé genuina é muito rara hoje, pois muitas das nossas crenças contemporãneas promovem uma visão superficial da fé, uma “fé vaga”, e não na fé permanente e superadora. Esta fé não-bíblica é um sentimento baseado no desejo de escapar dos problemas, das provações e dos testes, em vez de encarar a idéia do confronto, persistência e superação, a fim de provar o poder eterno do Reino. Precisamos da fé de Daniel, a fé que é estável mesmo quando nossa expectativa da estratégia divina é mal calculada, da fé que está disposta a ser provada, revelando sua natureza eterna.
(Myles Munroe, em “RE-DESCOBRINDO A FÉ”)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

A ÁRVORE DENTRO DA SEMENTE

“Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos”(1 Coríntios 12:6).
Você nasceu pré-arrumado! Deus olhou a sua vida inteira, determinou a sua atribuição e deu-lhe as ferramentas para fazer o trabalho!
Você faz algo bem parecido com isso antes de viajar. Você leva em consideração as informações sobre a viagem e arruma as malas de acordo com elas.
Clima frio? Leva uma jaqueta. Reunião de negócios? Leva o laptop.Tempo com os netos? É melhor levar alguns tênis e analgésicos.
Deus fez o mesmo com você.
O João fará pesquisa – instale curiosidade!
A Megan conduzirá uma escola particular – uma dose extra de gestão.
Preciso que o Erico console os doentes – inclua uma porção generosa de compaixão.
A Denalyn se casará com o Max! – instale uma parcela dobrada de paciência.
Êxodo 35:35 diz: Deus os deu capacidade!
Deus o arrumou de propósito para um propósito! Não há um só ser humano que seja exceção, TODOS nós estamos aqui com o propósito definido por DEUS, E ELE nos capacitou para tal propósito.
(Max Lucado, em “A ÁRVORE DENTRO DA SEMENTE”)

terça-feira, 28 de maio de 2013

LUTE! BATALHE!

O temor não fica de pé na presença da fé. Pela fé, sabemos que Deus é amor e que Ele nos ama. A fé nos ensina a amar o Senhor. Esta relação amorosa cresce, e o medo foge, pois o amor expulsa o receio:
“No amor não há medo; pelo contrário o perfeito amor expulsa o medo, porque o medo supõe castigo. Aquele que tem medo não está aperfeiçoado no amor.” 1Jo 4:18
A fé firmada em Jesus deve superar as dúvidas e os testes. Todas as pessoas da terra enfrentam provações. Provas e problemas são coisas comuns à humanidade. Ninguém está imune, ninguém é poupado.
Embora não possamos ter controle sobre quando, onde e de que forma as provações cheguem, nós podemos saber como responder às adversidades.
Os testes farão com que nossa fé seja edificada ou rompida. Ou seja, as provações confirmarão ou revelarão o tipo de fé que temos. A fé genuína está ancorada na Rocha, em Cristo, permanecerá; qualquer outro tipo, não.
Toda vez que enfrentamos uma crise, seja lá de que tipo, precisamos escolher entre a confiança e o temor. Jesus sabe disso, e por essa razão dizia frequentemente: “Não temas”.
Em qualquer situação de crise sempre há duas escolhas: confiança ou medo. Fique com a confiança! Muitas vezes não será tão fácil, porque o receio lutará com todas as forças para se instalar e permanecer instalado em sua alma. Não desista de confiar em Jesus! Contra-ataque! Lute a batalha da fé!
(Myles Munroe, em “RE-DESCOBRINDO A FÉ”)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

O BEM NA PERSPECTIVA DE DEUS

Não importa quão sem esperança a situação pareça , nós nunca saberemos a verdade completa acerca de uma ocorrência até que a vejamos pela perspectiva divina.
A fé genuína é a crença no Deus grandioso e majestoso, e não nos detalhes cotidianos da vida.
A esposa de Jó não entendia isso. Ela não sabia nada a respeito da perspectiva abrangente de Deus. Tudo o que conseguia enxergar era que seu outrora rico e saudável marido estava agora doente e pobre. Assim concluiu que a fé não funcionava. Ela aconselhou Jó amaldiçoar Deus, ao que este lhe respondeu: “Receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal?”
A fé nos capacita a enfrentar os perigos, as labutas e as armadilhas. Ela nos dá poder para viver os tempos bons e os ruins com igual equilíbrio. A fé assegura que Deus nos encherá de graça para suportar provações e sair delas sem qualquer arranhão.
Receberemos o bem de Deus e não receberíamos o mal? Que frase! Entretanto, temos de definir o que é bem. O bem segundo a perspectiva de Deus pode não corresponder ao conceito que temos dele. Tudo depende do que serve ao grande propósito divino.
Bem pode significar uma fornalha ardente, como o foi para Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; a cova dos leões, para Daniel; a crus, para Cristo. Pode ser o exílio como foi para João na ilha de Patmos. Todas essas coisas foram boas aos olhos de Deus, porque serviram ao Seu plano. Em cada provação e dificuldade, Ele foi glorificado, vidas foram mudadas, e Seu Reino se expandiu. E quem as enfrentou, no fim, obteve ganhos realmente valiosos.
Nosso Deus é maior que qualquer problema que possamos enfrentar. Com fé nesse DEUS podemos lidar com todas as adversidades porque os problemas são temporários. Nenhuma provação entra em nosso caminho sem que Ele esteja no controle. Nenhum mal pode nos ocorrer sem que Ele transforme em bem.
(Myles Munroe, em “RE-DESCOBRINDO A FÉ”)

domingo, 26 de maio de 2013

PROMESSA INVIOLÁVEL

“Sabe, com certeza, que a tua posteridade será peregrina em terra alheia, … e será afligida por quatrocentos anos. .. . e depois sairão com grandes riquezas.” (Gn 15.13,14.)
Demora e sofrimento são elementos certos da bênção que Deus nos prometeu. Uma demora durante a vida de Abraão,que parecia tornar impossível o cumprimento da promessa de Deus, foi seguida por uma demora aparentemente insuportável aos descendentes dele. Mas eles saíram “com grandes riquezas”. A promessa foi cumprida fielmente.
Deus vai me provar por meio de demoras; e com as demoras vem o sofrimento, mas no meio de tudo permanece a promessa de Deus: sua nova aliança comigo em Cristo e Sua inviolável promessa de toda bênção que eu necessitar — por menor que seja. A demora e o sofrimento são partes da bênção prometida. Louvemos o Seu nome por ambos, hoje; esperemos no Senhor com bom ânimo, e Ele fortalecerá o nosso coração.
(C. G. Trumbull, em “HÁ VITÓRIA EM CRISTO”)

sábado, 25 de maio de 2013

O PÃO DA BENÇÃO E O PÃO DA VIDA

“E Jesus disse: Eu sou o Pão da Vida, aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim não terá sede.” Jo 6:35
Há, então, dois tipos de pão sendo discutidos aqui. O primeiro é o “pão da benção”, tal como o maná, o pão oferecido à multidão no deserto. O segundo é o Pão da Vida, é o próprio Senhor. Ambos, o “pão da benção” e o Pão da Vida, vieram do mesmo lugar: dos céus. Contudo, o “pão da benção” é temporário, por isso, não devemos pensar em satisfazer-nos apenas com este tipo de pão, mas sim, alimentar-nos diariamente do Pão da Vida.
A essência da discussão dessa temática é ensinar que a Fonte é sempre mais importante do que Seus fins, e que o Criador é maior do que Suas bençãos. Os bens concedidos são temporais, porque são perecíveis, mas a Fonte é permanente e eterna, Nunca devemos colocar nossa fé nas bençãos, mas sempre na Fonte das bençãos. Jesus explicou:
“Eu sou o pão da vida; aquele que vem a mim não terá fome; e quem crê em mim nunca terá sede. Mas já vos disse que também vós me vistes, contudo, não credes” Jo 6:35-36
Você está buscando Jesus ou os sinais, as maravilhas, os milagres? Sua confiança está em Cristo, o Pão da Vida, ou está na satisfação do “pão da benção”? Você busca o regozijo de seu espírito ou simplesmente tenta manter seu “estômago” cheio? Confia nas coisas que nunca realmente satisfazem ou Naquele que traz o eterno júbilo?
Não tenha dúvidas: O Reino de Deus tem provisão para cada necessidade nossa. Entretanto, é justamente por essa razão que não devemos colocar nossa confiança nos meios que suprirão tal carência, mas sim no Deus que os fornecerá. Na condição de cidadãos do Reino, nosso dever é crer, obedecer e servir ao REI. A parte Dele é cuidar de nós. Isso é o que Jesus quis dizer quando nos advertiu: “Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mt 6:31-33
(Myles Munroe, em “RE-DESCOBRINDO A FÉ”)

sexta-feira, 24 de maio de 2013

VOCÊ CONFIA EM SI MESMO?

Já percebeu com que freqüência a questão do medo aparece quando Deus está preparando seu povo a avançar mais em nome Dele?
Você vai encontrá-lo nas conversas de Deus com Abraão, Jacó, Moisés, Gideão e Davi, bem como nas conversas de Jesus com os discípulos. “Não temam”, Ele repetiu muitas vezes depois da ressurreição. Quando os enviou a virar o mundo de cabeça para baixo, disse: “Eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20).
Os sentimentos de medo e do ato de transpor uma nova fronteira estão juntos, não estão? Percebi que os temores que nos impedem de fazer mais para Deus são quase sempre fundamentados numa inverdade — uma pressuposição enganosa a respeito de nós mesmos, nossas condições — que nos mantém afastados do melhor que Deus tem para nós.
Por exemplo, um medo em que muitos caem baseia-se numa seqüência de mentiras: Minha realização depende de mim. Minha segurança depende de mim. Meu sucesso depende de mim. Ainda que as emoções sejam despertadas por essas mentiras, será que realmente cremos nelas? Não. Na realidade temos vários motivos para acreditar no contrário. As promessas pessoais de Deus, Sua fidelidade através dos tempos e nossas experiências de vida, tudo se soma a uma seqüência de verdades inegáveis: Quando Deus me lidera, Ele provê. O que Deus exige, Ele me capacita a fazer. É muito mais inteligente depender de Deus do que de mim.
Deus cuida hoje de suas preocupações e ansiedades e de seu coração vacilante, mas não quer que esses sentimentos determinem o que você crê, o que faz ou no que venha a se tornar. Jesus disse aos discípulos: “Não temais, ó pequenino rebanho; porque vosso Pai se agradou em dar-vos o seu reino” (Lc 12:32).
Você não está sozinho. Deus lutará por você a partir do momento que você entregar seus propósitos a Ele. E você pode continuar, apesar de quaisquer temores que tenha para tomar posse do terreno que Deus está lhe dando.
(Bruce Wilkinson, em “DE VOCIONAL A ORAÇÃO DE JABEZ”)

quinta-feira, 23 de maio de 2013

SINCERIDADE É FUNDAMENTAL

É comum os cristãos caírem na armadilha sutil de supor que a oração funciona por meio de fórmulas. “Assuma a atitude recomendada, use as palavras e frases apropriadas, e pronto: suas orações serão respondidas.”
O livro de Ester derruba esses mitos. Nesse relato surpreendente de uma linda rainha que foi usada por Deus para salvar o povo judeu do genocídio na Pérsia, não encontramos uma única referência direta à oração! Não apenas isso, mas o livro nem sequer menciona o nome de Deus!
Entretanto, por causa da difícil situação dos judeus, é seguro supor que seus períodos de jejum (4:3,16; 9:31) estivessem repletos de orações desesperadas ao Senhor dos céus. Em vista de como a história termina, é evidente que, durante toda a tribulação do povo, Deus estava não só atento mas trabalhando.
A oração não precisa ser formal ou floreada — nem sequer pública ou audível — para ser eficaz. É necessário que seja sincera e dirigida ao Único que, de fato, pode fazer tudo por nós.
(Stormie Omartian, comentário na “BÍBLIA DA MULHER QUE ORA”)

quarta-feira, 22 de maio de 2013

CRER SEM VER

“Bem-aventurados os que não viram e creram!” Jo 20:25-29
A fé de Tomé era segundo o seu entendimento, e Jesus não exaltou esse discípulo por isso. Jesus disse: Porque me viste, Tomé, creste (Jo 20.29a). Qualquer pessoa pode ter esse tipo de fé fundamentada no entendimento. Trata-se de crer naquilo que é visível e palpável; essa fé se reduz, portanto, aos nossos sentidos.
Jesus, porém, admirava a fé segundo o coração. Disse: Bem aventurados os que não viram, e creram (Jo 20.29b). Crer com o coração significa crer além do que o seu entendimento falho lhe permite assimilar. O homem natural acredita naquilo que chega até ele por meio dos sentidos, ou seja, através de uma percepção sensorial do mundo. Mas o coração, por outro lado, crê na Palavra de Deus independentemente daquilo que seus sentidos lhe permitem perceber.
(Kenneth Hagin, em “ALIMENTOS DA FÉ”)

terça-feira, 21 de maio de 2013

O FIM PODE SER O COMEÇO
“Como morrendo, mas eis que vivemos.” (2 Co 6:9)
No verão passado tínhamos um canteiro de margaridas, na chácara, que atravessava todo jardim. Foram plantadas com atraso, mas como floresceram! Quando as do meio já estavam com sementes, as dos lados já tinham florzinhas recém-abertas.
Chegaram as primeiras geadas, e um dia encontrei aquela radiosa beleza completamente queimada. Exclamei: “Ah, o frio foi demasiado para elas. Pobrezinhas, pereceram”; e dei-lhes adeus. Eu não gostava de olhar para aquele canteiro, pois ele me parecia um cemitério de flores.
Mas semanas depois, por toda a extensão daquele canteiro, havia margaridas brotando em grande abundância. Olhei, e vi que, para cada planta que eu julgara destruída pelo inverno, havia cinqüenta plantas novas, plantadas pelo mesmo inverno.
O que haviam feito aquelas geadas e ventos impertinentes? Tomaram minhas flores, deram-lhes um golpe mortal, derrubaram-nas ao solo, pisaram-nas com seus tacões de gelo e, terminado o trabalho, disseram: “Aí está o seu fim.” Mas na primavera havia, para cada raiz, cinqüenta testemunhas levantadas a dizerem: “Pela morte vivemos.”
E como é no domínio das flores, assim é no reino de Deus. Pela morte veio a vida eterna. Pela crucificação e o túmulo vieram o trono e o palácio do Deus. Pela ruína veio a vitória. Não tenha medo do sofrimento. Não tenha medo de ser derrubado. É através do abatimento que somos vitoriosos, e não destruídos; é através de sermos despedaçados, e os pedaços feitos em pó, que nos tornamos homens valorosos, em que um vale por mil. Mas o homem que cede à aparência das coisas segue a correnteza do mundo, tem um florescimento rápido, uma prosperidade momentânea, desconhece a real, verdadeira e significativa vitória.
(Henry Ward Beecher, em “EYES AN EARS”)

segunda-feira, 20 de maio de 2013

BATALHA ESPIRITUAL 

Quando DEUS faz um milagre, ELE faz a obra completa.
Quando DEUS batalha em favor de alguém, ELE não pára até que o inimigo esteja vencido.
Quando estivermos encurralados e o inimigo não nos der nenhuma escapatória, o SENHOR abrirá um caminho. ELE luta por nós, mesmo quando perdemos a nossa força, a força DELE se manifestará.
No entanto, devido ao fato de toda oposição que enfrentamos ter um poder espiritual por trás, a batalha deve ser travada primeiro no espírito, antes que a vitória seja visível na carne. Isso quer dizer que temos que orar. Temos que declarar á DEUS nossa dependência DELE, temos que nos lembrar do SEU poder e da sua bondade, temos que viver focados na determinação de andar segundo SEUS princípios. Temos que assumir a posição de fé na Palavra e louvar enquanto assistimos o SENHOR lutar em nosso favor.
Ao primeiro sinal do ataque do inimigo, vá a DEUS e ouça o que ELE lhe diz. ELE o guiará. Não importa quanto esteja escuro, ELE promete que “a luz da lua será como do sol, e a do sol, sete vezes maior, como a luz de sete dias…..” Is 30:26. Em outras palavras, a luz que você tem será ampliada.
Você ouve o que o SENHOR está dizendo?
A mesma passagem bíblica prossegue e diz: “Um cântigo haverá entre vós, como na noite em que se celebra festa santa…” Quer dizer que, no meio da luta, seu coração experimentará tamanha alegria como se estivesse num culto de celebração. Terá tamanho senso da maravilhosa presença de DEUS que sua alma cantará.
A parte mais difícil quando deixamos DEUS lutando em nosso lugar é que ELE espera até o último segundo antes de nos deixar ver SUA ação, para que não tenhamos dúvida de onde emana o poder.
(Stormie Omartian, em “O PODER DA FÉ EM TEMPOS DIFÍCEIS”)

sábado, 18 de maio de 2013


A ORAÇÃO NOS LIBERTA
 
 A oração nos libera para sermos controlados por Deus. Orar é mudar. Não há força mais liberadora na vida cristã do que a oração. Entrar na contemplação do Senhor é nunca mais ser o mesmo. Banhar-se na luz em espanto silencioso é renúncia alegre, é ser transformado lenta e permanentemente. Há uma orientação interna mais rica, uma fome mais profunda por comunhão. Sentimo-nos como se estivéssemos sendo invadidos por um novo centro de controle, e estamos mesmo.
Os patriarcas do povo hebreu são exemplos de comunhão ímpar com Deus. Não eram homens perfeitos, eram homens que se renderam a Deus até as últimas consequências. Queriam o direcionamento divino em suas vidas acima de tudo. Para tanto viviam em oração. O que é viver em oração? É passar o dia recitando preces? Lógico que não. É passar as horas fazendo pedidos a Deus? Também não. Viver em oração é estar em sintonia com Deus como estaríamos com um amigo chegado e íntimo. É, ao mesmo tempo, ouvir, falar, silenciar, sentir, perceber Sua presença e desejar agradá-Lo, entendê-Lo, obedecê-Lo, com amor.
A oração nos libera, nos liberta para sermos controlados por Deus. Parece uma contradição? Parece, mas não é. A verdadeira liberdade está em viver em Cristo, por Cristo e para Cristo. A verdadeira liberdade não é fazer o que queremos, isso é suicídio, pois por nós mesmos, nada de bom podemos ou sabemos fazer. Liberdade de verdade é ser conduzido pelo Espirito de Deus, como o foram os patriarcas hebreus. Eles se renderam a Javé, conduziram um povo, viram milagres e fizeram parte da obra do Senhor, que privilégio!
Tal privilégio também está ao nosso alcance.
(Richard Foster, em “CELEBRAÇÃO DA SIMPLICIDADE”)

sexta-feira, 17 de maio de 2013

ANTÍDOTO PARA A PREOCUPAÇÃO

É impossível ser amigo de Deus deixando de lado o conhecimento do que Ele diz. Você só pode conhecê-Lo apropriadamente conhecendo Sua Palavra. Embora você não possa passar o dia inteiro lendo a Bíblia, pode pensar a seu respeito ao longo do dia, recordar e meditar a respeito dos versículos que leu recentemente.
A meditação é frequentemente mal interpretada como algum ritual misterioso e complicado, praticado por exotéricos e místicos. Mas meditar é simplesmente concentrar o pensamento em algo – uma habilidade que pode ser adquirida por qualquer pessoa e posta em prática em qualquer situação.
Quando você se mantém pensando repetidamente sobre um problema, isso se chama preocupação. Quando você se mantém pensando repetidamente na Palavra de Deus, isso se chama meditação. Se você sabe se preocupar, já sabe meditar!!!! Basta que você desvie a atenção dos seus problemas para os versículos bíblicos. Quanto mais você meditar na Palavra de Deus, menores serão suas preocupações, e maior será seu conhecimento do amor, da vontade e dos propósitos Dele para a sua vida.
Amigos dividem segredos, e Deus irá partilhar com você os Seus segredos, se você desenvolver o hábito de pensar em Sua Palavra continuamente. Quanto mais tempo você repassar o que Deus disse, mais compreenderá os “segredos” desta vida que muitas pessoas deixam escapar. A meditação na Palavra é um meio essencial para ouvir a resposta de Deus aos nossos questionamentos e orações.
(Rick Warren, em “UMA VIDA COM PROPÓSITOS”)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

 CRISTÃO CONVICTO

O verdadeiro cristão aprende que, se quiser alcançar vitória como um filho do céu entre os homens da terra, não deve seguir os padrões adotados pela humanidade, percorre o sentido oposto. Para salvar-se, corre perigo; perde a vida a fim de ganhá-la e existe a possibilidade de perdê-la se tentar conservá-la. Ele desce para subir. Se se recusa a descer é porque já está embaixo, mas quando começa a descer está subindo.
É mais forte quando está mais fraco e mais fraco quando se sente forte. Ele tem mais quando dá e tem menos quando possui mais.
Ele está no alto quando mais humilde se sente e tem menos pecado quando mais se torna consciente do pecado. É mais sábio quando reconhece que nada sabe e tem pouco conhecimento quando adquire grande cultura. Algumas vezes faz muito quando nada faz e avança rápido ao manter-se parado. Consegue alegrar-se nas dificuldades e mantém animado o coração mesmo na tristeza.
Ele teme a Deus, mas não tem medo Dele. Sente-se dominado e perdido na presença do Todo-Poderoso, todavia, não há lugar em que tenha tanto desejo de estar. Ele sabe que foi purificado de suas faltas, mas sente-se penosamente cônscio de que nada de bom habita em sua carne.
Ele ama acima de tudo alguém a quem jamais viu, e embora seja ele mesmo pobre e miserável, conversa familiarmente com Aquele que é Rei de todos os reis e Senhor dos senhores. Sente que de si mesmo é menos que nada e, entretanto, crê firmemente ser a menina dos olhos de Deus e que, por sua causa, o Filho Eterno se fez carne e  morreu na cruz vergonhosa.
Ele é otimista e calmo, pois é convicto que se a cruz condena o mundo, a ressurreição de Cristo garante o triunfo final do bem em todo o universo. Através de Cristo tudo acabará bem. O cristão autêntico aprendeu a esperar sua vitória por entre as ruínas com plena certeza que não será envergonhado por Aquele que o ama, nem será decepcionado por Aquele que pode todas as coisas.
(A. W. Tozer, em “ESSE CRISTÃO INCRÍVEL”)

quarta-feira, 15 de maio de 2013

 
MICROGERENCIAMENTO
Deus gerencia Sua criação por “microgerenciamento”, interessado e envolvido nos mínimos detalhes.
O sustento providencial de Deus de todas as coisas é pela Sua muito sábia providência. A palavra pela nessa frase indica os meios pelos quais Deus supre o que Ele sustenta. Aqui os meios estão firmados na Sua sabedoria e santidade. A obra de Deus de sustentar a Sua criação está fundada na Sua sabedoria. Como mortais, estamos propensos a errar ao nos prender a coisas por um tempo muito curto ou muito longo. Qual o especulador da bolsa de valores que nunca fez uma venda antecipada ou uma compra atrasada? Deus não comete erros em Suas ações. Ele supre todas as coisas que sustenta a um ponto exato de perfeição, pois o faz de acordo com Sua perfeita sabedoria.
A obra de sustentação de Deus também é um sustento santo. Neste aspecto, o termosanto refere-se tanto à Sua majestade transcendente como à Sua perfeita justiça. Não há falta de inteligência, sabedoria ou justiça na Sua obra de sustentação. O que Deus sustenta, Ele o faz com justiça. Ás vezes, cogitamos sobre o tempo de duração de dor e aflição e perguntamos: “Por quanto tempo, ó Deus?” Conjeturamos sobre o motivo pelo qual Deus não impede o mal. Contudo, a duração de todas as coisas está em Suas mãos, e esse tempo está sob o controle da providência de Deus segundo Sua sabedoria e Seu santo propósito.
Também observamos que Deus sustenta as coisas segundo Sua presciência que é infalível. Deus não usa de suposições em Seu prognóstico. Ele não consulta um placar para computar as possibilidades. Sua presciência é, ao mesmo tempo, infalível e absoluta. Não há coisa alguma no futuro que Ele já não saiba. Ele conhece o fim desde o começo. Se tivéssemos que perguntar a Dus sobre alguma possibilidade futura, Ele nunca nos daria a resposta: “Depende”.
Sua onisciência não muda. Sua onipotência nunca enfraquece. Sua sabedoria nunca vacila. Sua memória nunca falha. É por causa disso tudo que Ele pode “transformar o mal em bem”; é devido a todos Seus atributos que só Ele pode fazer com que “tudo colabore para o bem daqueles que O amam”. É por todas essas coisas que para Ele “nada é impossível”.
Vale ou não vale a pena confiar sua vida nas mãos desse DEUS?
(R. C. Sproul, em “A INVISÍVEL MÃO DE DEUS”)

terça-feira, 14 de maio de 2013

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Por mais paradoxal que seja, a esperança se manifesta  mais fortemente quando os segmentos das razões humanas se acabam, quando não há a chance de se criar uma saída, quando não existe uma história  a ser construída, quando não existe nenhum possível em nenhum sentido. Nesses casos, a esperança é a própria expressão do “apesar de tudo”. A esperança é a afirmação de um risco total; é a contradição do que está falido, é a ressurreição antes dela, é a dízima periódica de um milagre.
A esperança se manifesta fortemente quando DEUS revela aquela Suapresença-ausência tão fortemente sentida. Esta afirmação pode ser percebida na experiência de Moisés quando DEUS o enviou ao Egito a fim de libertar os hebreus:
“Então, Moisés, tornando-se ao Senhor disse: Ó Senhor, por que afligiste este povo? Por que me enviaste? Pois, desde que me apresentei a Faraó, para fala-lhe em Tu nome, ele tem maltratado este povo. E Tu de nenhuma sorte o livraste.”
DEUS sempre está presente, mas há vezes em que ELE manifesta uma presença-ausência para não nos tirar da esperança. Sua presença nos estimula na esperança, mas Sua ausência nos conduz a ela.
A esperança está entre a promessa e a realização. Ela existe nesse hiato. Nessa brecha. Ela é a substância que preenche o vazio entre o que DEUS falou e o que DEUS fará. A esperança completa o espaço entre o que recebemos historicamente como promessa e o que esperamos historicamente como realização.
(Caio Fábio, em “VIVER: DESESPERO OU ESPERANÇA?”)

domingo, 12 de maio de 2013

FUJA DA TEIMOSIA!

Uma mentalidade teimosa e resistente à Deus é uma grande inimiga da paz e dos planos do Altíssimo. Alguns de nossos problemas devem-se ao fato de querermos convencer Deus de que a nossa situação deve ser tratada de modo diferente do que Ele está direcionando a fazer. Quando é difícil discernir a voz de Deus é porque nossa mente já está decidida contra o plano do Senhor.
Precisamos estar dispostos a deixar de lado os nossos próprios desejos, ou podemos perder uma palavra clara da parte de Deus. A nossa inclinação natural émanipular as coisas para que funcionem do modo que queremos. Alguns dos nossos melhores brinquedos de infância nos ensinaram que peças quadradas não se encaixam em buracos redondos, e precisamos lembrar que os nossos planos nem sempre se encaixam nos caminhos de Deus – não importa o quanto nos tornemos agressivos tentando fazer com que os dois funcionem juntos.
Há uma receita infalível para fugir das frustrações da vida – seguir o Senhor. Isso significa querer ouví-Lo, saber esperar Sua resposta e, por último, obedecer, custe o que custar. Se o custo for abrir mão de algo que parecia precioso, então, não se iluda, se Deus te orientar a desistir, é porque o que você desejava não era bom para você, muito menos precioso.
Não teime em tentar colocar peças redondas nos buracos quadrados.
(Joyce Meyer, em “COMO OUVIR A VOZ DE DEUS”)

sábado, 11 de maio de 2013

 DEUS É BOM TODO TEMPO

Está na natureza de Deus o partilhar . Seus poderosos atos de criação e redenção foram feitos para o Seu prazer, mas o Seu prazer se estende a todas as coisas criadas. Basta olhar para uma criança sorrindo brincando ou ouvir o canto de um pássaro no fim da tarde, olhe para o próprio céu neste fim de tarde, então, saberemos que Deus quis que Seu universo fosse cheio de alegria e beleza.
Os que amam Deus por Ele mesmo, irão descobrir milhares de fontes brotando do Trono cercado de arco-íris, e ofertando tesouros incontáveis que devem ser recebidos com gratidão reverente como sendo o transbordar do amor de Deus por Seus filhos. Cada dom é um presente da graça que, por não ter sido buscado egoisticamente, pode ser gozado sem prejuízo para a alma. Neles se incluem as bênçãos simples da vida, tais como a saúde, o lar, o cônjuge, a família, os amigos, alimento, abrigo, as alegrias puras da natureza ou os prazeres da música e da arte.
O esforço de encontrar esses tesouros, buscando-os diretamente em separado de Deus, tem sido a principal atividade humana no correr da história; e este tem sido o fardo e o mal do homem. O esforço de obtê-los como o motivo oculto por trás da aceitação de Cristo é um mal que só pode acabar em condenação.
Deus quer (e merece!) que nós O amemos por Ele mesmo sem qualquer razões para isso, confiando Nele para que seja tudo o que nossas naturezas requerem. Nosso Senhor disse isto muito bem: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu Reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” Mt 6:33.
(A. W. Tozer, em “O HOMEM : A HABITAÇÃO DE DEUS”)

sexta-feira, 10 de maio de 2013


ERGUENDO A CABEÇA 
“Louvar-te-ei, Senhor, de todo o meu coração…”
 Sl 9:1
Lia era mulher de Jacó, mas não tinha seu amor. Teve filhos com Jacó, mas não seu afeto. Mesmo tendo um ventre fértil, tinha um coração árido. Sua história foi marcada pelo desprezo. O sentimento de rejeição amargava sua alma. Até o dia que nasceu Judá. Então, essa mulher chorosa, disse: “Desta vez, louvarei ao Senhor”.
Por isso, chamou o menino de Judá, que significa louvor. O louvor não é consequência da vitória, mas a sua causa. O louvor nos coloca acima das circunstâncias. É ultracircunstancial. Jesus, o Filho de Deus, o Messias, o Salvador do mundo, descende de Judá. Por meio de Jesus podemos também transformar nosso pranto em júbilo, nossa dor em fonte de consolo e nossa tristeza em alegria.
Jesus, o descendente da tribo de Judá, é aquele que enxuga as nossas lágrimas, terapeutiza nossa dor e restaura a nossa sorte. Não precisamos caminhar pela vida esmagados pela roda pesada das circunstâncias adversas, nem torturados por sentimentos avassaladores. Podemos erguer-nos das profundezas da nossa angústia e dizer como Lia: “Desta vez eu louvarei ao Senhor”.
(Devocional Luz do Caminho)

quinta-feira, 9 de maio de 2013

PAI E FILHOS S/A
Ezequiel e o vale de ossos secos (Ez 37) é outro exemplo de declaração profética. “Fale com esses ossos!”, disse Deus ao profeta.
Você pode imaginar o que Ezequiel pensou? Falar com quem? Deus, se Tu queres falar algo a esses esqueletos; por que Tu mesmo não falas? Mas Ezequiel, sábio profeta, obedeceu e disse: “Oh, ossos secor, ouçam a Palavra do Senhor”. E eles ouviram!! Ossos juntaram a outros ossos e cresceu carne sobre eles.
Contudo, não havia vida neles, e a tarefa seguinte de Ezequiel me impressiona mais que a profecia aos ossos. O Senhor disse: “Profetize ao Espírito”. Mais adiante, nessa passagem, está escrito que ele estava profetizando ao Espírito Santo. Deus não disse: “Profetize pelo Espírito Santo”, nem falou: “Profetize em nome do Espírito Santo”. O Senhor ordenou: “Eu quero que você profetize ao Espírito Santo”. Ezequiel profetizou e o Espírito de Deus fez o que o homem lhe disse para fazer. Incrível!
O profeta realmente ordenou ao Espírito Santo? NÃO!. Ele não estava ordenando a Deus, Ele estava, de fato, obedecendo a Deus, ele ordenou em nome de Deus. Como tem sido o plano e o coração do Senhor desde a Criação, Ele estava fazendo o homem ser sócio Dele. Pai e Filhos S/A administrando o planeta! Deus agindo através da declaração profética de um ser humano. Quem pode entender uma coisas dessas?
Ore, aguarde a resposta de Deus, então declare a solução sobre seu problema, sua situação difícil, seu impossível. Seja ousado para declarar a Palavra do Senhor em qualquer situação. Regue a semente de Sua Palavra na terra e espere pela colheita.
(Dutch Sheets, em “ORAÇÃO INTERCESSÓRIA”)

terça-feira, 7 de maio de 2013

GRANDE SIMPLICIDADE

Há uma grande simplicidade na maneira como Deus executa Seus planos, contudo, dentro dessa simplicidade estão Seus recursos, que são mais do que suficientes, para suprir qualquer necessidade; está a sua fidelidade inabalável para com o filho confiante; está o Seu propósito firme, do qual jamais Se esquece. Através de um companheiro de prisão e depois de um sonho, Ele tira José da prisão e o leva ao posto de primeiro ministro. E o tempo passado na prisão livra o futuro ministro de se vangloriar (Gn 40). É seguro confiar no método de Deus e seguir pelo Seu relógio.
Quando o caso é mesmo desesperador, a providência de Deus tem mil chaves para abrir mil portas para o livramento dos Seus. Sejamos fiéis e cuidemos da nossa parte, que é confiar Nele; ponhamos sobre Cristo a Sua parte e a deixemos lá.
A dificuldade é a própria atmosfera do milagre — é o milagre em seu primeiro estágio. Para que se opere grande milagre a condição não é que o problema seja apenas difícil, mas que seja impossível. Essa é uma máxima que os verdadeiros cristãos não se cansam de repetir para si mesmos e para outros. Tenha-a SEMPRE em mente, SEMPRE!
(S. D. Gordon, em “CONVERSAS SOBRE ORAÇÃO”)

segunda-feira, 6 de maio de 2013




Quando ouvimos a voz de Deus devemos agir rigorosamente de acordo com o que Ele diz. Se obedecermos a voz Dele, então Ele fará maravilhas através de nós – “Dai ouvidos à minha voz, e fazei conforme a tudo quanto vos mando; e vós sereis o meu povo, e eu serei o vosso Deus.’ Jr 11:4.
Você pode dizer – obedecer a Deus envolve uma certa medida de risco – Sem dúvida. Esta observação me faz lembrar um dos sermões do meu pai que era pastor, ele disse certa vez: “As pessoas grandiosas se dispôem a correr grandes riscos. Pessoas mediocres raramente o fazem”. Não há nada mais ousado que viver sob a autoridade de Deus, obedecendo-O em tudo, até mesmo (e principalmente) quando Sua ordem é: “Espere! Não faça nada. Apenas confie em Mim!”. Ter sabedoria para “não agir” e aguardar com paciência e prudência a orientação, e a ação, de Deus é um ato de extrema coragem que cabe aos cristãos destemidos. Quando Deus fala, Ele espera que você creia Nele profundamente, e, então, você verá grandes maravilhas.
Deus procura corações famintos , desejosos e obedientes para crer em Sua Palavra. Deus faz obras maravilhosas através da fé. A fé está sempre no vermelho. Quando andamos com Ele, percebemos que cada vez que nos sentimos confortáveis ao crer na Sua provisão para uma certa necessidade, Ele pede que creiamos em algo maior. Cada novo desafio requer mais fé do que o anterior. O que é algo tremendamente grande para crermos hoje é algo pequeno para crermos amanhã, é assim que Deus está sempre nos fazendo crescer em nossa fé.
Jesus Cristo é, de fato, o mesmo ontem, hoje e eternamente (Hb 13:8). Ele é o grande “EU SOU”, e não o grande “Eu Fui”. Deus quer fluir por nosso intermédio na área das maravilhas. Cada dia deveria ser uma “aventura sobrenatural” com Ele. Eu te encorajo a ter essa fé para entrar no reino sobrenatural desse Deus Todo-Poderoso e caminhar Nele diariamente.
(Cindy Jacobs, em “A VIDA SOBRENATURAL”)

domingo, 5 de maio de 2013


A INTERVENÇÃO
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O único DEUS, aquele feito homem em JESUS, é um DEUS vivo. ELE conhece o nosso coração e sabe os intentos da nossa alma. ELE vem ao nosso encontro quando  O clamamos com humildade e espírito de obediência. ELE interfere em nossas vidas.
DEUS tem intervindo de muitas maneiras. Quando ninguém espera, ELE intervém. Quando as coisas se aproximam do insuportável, ELE intervém. Quando não há mais esperança, ELE intervém. Quando nos voltamos para ELE, para ELE somente, ELE intervém.
ELE intervém em forma de juízo quando os homens agem com orgulho e O confrontam, vemos isso no SEU agir durante a construção da Torre de Babel e na destruição de Sodoma e Gomorra. ELE age a favor dos SEUS filhos quando os homens reconhecem SUA soberania, este é o caso do oficial romano diante DELE ao dizer – “ Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas dize somente uma palavra, e o meu criado há de sarar.” Mt 8:8.
Porém, a grande intervenção de DEUS na história humana deu-se quando ELE enviou a JESUS. Esta intervenção traz juízo para os que o rejeitam e vivem em desacordo com SEUS ensinamentos , mas traz salvação para aqueles qie O aceitam como SENHOR e SALVADOR, portanto, O seguem inteiramente.
Inúmeras vezes DEUS age na vida dos SEUS filhos-amigos de forma misteriosa, aparentemente parece destruir nossos sonhos e projetos; contudo, ELE está agindo com amor e divina sabedoria. Se esperamos em oração a intervenção do PAI com obediência, submissão, adoração e fidelidade, ELE virá e intervirá no centro daquilo que nos abate e nos angustia. ELE tem poder, amor e misericóridia mais que suficiente para mudar tudo. Clame, creia e espere pela intervenção DELE, ELE trará soluções.
(DEVOCIONAL ORANDO EM FAMÍLIA)

quinta-feira, 2 de maio de 2013

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NOVA ESTAÇÃO
“Veio ainda a Palavra do Senhor dizendo: Que vês tu, Jeremias? Respondi: Vejo uma vara de amendoeira. Disse-me o Senhor: Viste bem, porque Eu velo sobre a minha palavra para a cumprir” Jr 1:11-12
A amendoeira é uma das primeiras árvores a florescer na região da Palestina. Antes de brotar as folhas, flores brancas como a neve desabrocham. Enquanto a terra ainda está sob os efeitos do inverno, aquelas belas flores surgem espontânea e inesperadamente, surpreendeno-nos com a promessa de uma nova estação. Isso acontece a cada primavera: a exuberância  nas flores, nas florestas e nos jardins, antes que as folhas apareçam e a relva fique verde outra vez.
Flores são como palavras. “Porque velo sobre a minha Palavra para a cumprir.” Essas palavras, como a flor da amendoeira, são promessas, são uma antecipação do que está por vir. Elas se transformam em algo. “E o verbo se fez carne” Jô 1:14
Não podemos ser ingênuos no trato com o mal – ele deve ser enfrentado. Também não podemos ficar intimidados, pois ele será usado por Deus para nosso bem. Assim, um dos mais extraordinários aspectos das boas-novas é que Deus usa pessoas de todos os tipos, até as más, para cumprir Seus bons propósitos. O grande paradoxo do julgamento divino é que o mal é utilizado como combustível no forno da salvação (não foi assim na cruz do calvário?).
Nossa tendência é subestimar Deus e superestimar o mal. Não vemos o que Deus está fazendo e, então, concluímos que Ele não está fazendo nada. Em contrapartida, enxergamos tudo o que o mal está realizando e concluímos que ele está no controle de tudo. As visões do profeta Jeremias dissipam as aparências. Por meio da amendoeira em flor  somos ensinados a viver com ardente esperança e a nunca nos deixarmos intimidar pelo mal, pois se formos viver de acordo com a verdadeira imagem de Deus, conscientes de tudo o que Ele é, receptivos e sensíveis a tudo o que Ele está realizando, temos que confiar em Sua Palavra e acreditar naquilo que não vemos. ALELUIA!
(Eugene Peterson, em “ÂNIMO!”)

quarta-feira, 1 de maio de 2013

JOGADA DE MESTRE
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“Aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância.”, escreveu o apóstolo Paulo na prisão. Naturalmente ele preferia o conforto em lugar da agonia e a saúde em lugar da fraqueza, mas passou a acreditar que o SENHOR poderia usar tanto as circunstâncias boas quanto as ruins para realizar SUA vontade. Quando um Grande Mestre joga contra um enxadrista amador, a vitória é certa, seja qual for a configuração do tabuleiro.
A Bíblia celebra o uso, por parte de DEUS, de fatos ruins para servir ao Seu propósito desejado. Por exemplo, Paulo usou tudo que estava ao seu alcance para executar sua missão. Nas estradas romanas, construídas pelos césares para facilitar o governo sobre os povos dominados, levou a mensagem do amor de DEUS a todo o império. Recorreu à justiça romana para proteger-se em momentos cruciais. Mesmo depois que ele, a maioria dos 12 discípulos e o próprio JESUS morreram nas mãos dessa “justiça”.
O padrão irônico de DEUS prevaleceu. A execução de JESUS concretizou a salvação do mundo: “A tristeza de vocês se transformará em alegria”, prometeu. Para os que confiam em DEUS, ELE promete exatamente o mesmo, ou seja, usar TODAS as circunstâncias a seu favor.
(Philip Yancey, em “O DEUS (IN)VISÍVEL.”)