quinta-feira, 31 de março de 2011

CONFIANÇA SEM PROVAS

A experiência pessoal com a glória de Jesus, o maravilhoso encontro com o Cristo transcendente, é o fundamento da fé e da esperança que forma e alimenta uma vida de confiança cega.
Jesus nos garantiu duas coisas: presença e promessa. Ele nunca deu garantias de que seríamos poupados de sofrimento nem de que não seríamos vitimas do mal; o fato é que Ele disse claramente: “No mundo passareis por aflições” (Jo 16:33). O que Ele prometeu foi que nas horas de nossa aflição haveria somente um par de pegadas. Em graus variados, sofrimento e perda marcam a vida de todas as pessoas – assim como a presença de Deus em Cristo, se tivermos fé em Sua presença e esperança em Sua promessa.
No meio das ruínas da perda e da dor, quando estamos no inferno da terra, a presença de Deus é real. O discípulo confia, muitas vezes cerrando os dentes, diz, com efeito, Deus ainda é digno de crédito. A confiança vem da experiência com o outro, experiência que não se reduz a provas. Quase sempre se desenvolve num relacionamento de amor mútuo, pois amamos e somos amados pelo outro.
Em meio aos eventos trágicos que nos deixam destituídos de qualquer possibilidade de entender as coias, a confiança não exige explicações, mas volta-se para Aquele que prometeu: “Não vos deixarei órfãos” (Jô 14:18). Em face da pressão da necessidade de respostas e soluções para os problemas da vida – respostas que não nos chegam rapidamente – a confiança na sabedoria e no poder de Jesus Cristo sabe como esperar.
A confiança, com raízes na fé e na esperança, alcança uma profundidade sem precedentes na experiência do amor infinito. De nada adianta protestar dizendo que um conceito desses é sublime demais para nós. É claro que é sublime demais para nós! A glória absoluta de Deus, revela-se em Jesus como amor absoluto, e dela não podemos ter mais que uma noção superficial. No entanto, fomos feitos para o que é grandioso demais para nós. Somos feitos para Deus e nunca estaremos satisfeitos com menos do que isso.
(Brennan Mannig, em “CONFIANÇA CEGA”)

quarta-feira, 30 de março de 2011

A BENÇÃO DO OUVIR
Suspeito que a diferença entre uma pessoa experiente na oração e outra com menos experiência é a quantidade de tempo que passam falando em vez de escutando. No passado, eu ficava preocupado com a admoestação de Paulo: “Orem sem cessar”. Hoje acho que isso é possível somente para aqueles que tiveram experiência significativa na oração de maneira que transformaram a oração de escuta na parte maior de sua oração. Aqueles cujas orações são
monólogos intermináveis fazem de si mesmos uma boca gigante e de Deus, um ouvido pequeno. As melhores orações são diálogos de íntima comunhão. A comunhão íntima considera tão preciosa a união que não quer fazer da oração dois módulos — um de falar e outro de escutar.
Os casais de namorados podem ficar sentados num amplo trecho da praia e ficar tão hipnotizados pelas ondas e pelo céu que qualquer conversa banalizaria sua união, em vez de aumentá-la. A comunhão íntima também implica diálogo, permanecer juntos em silêncio pode ser mais diálogo que um bate-papo.
A centralização é o ponto da comunhão mais íntima entre Deus e seus filhos necessitados. Esse diálogo continua sempre e, quando nenhuma das duas partes fala, ambas se fundem num módulo poderoso de escuta. É quando nosso diálogo sem palavras atinge o ápice. Nessa condição, passamos por todas as tarefas e pelo lazer do nosso dia com a sensação de tudo em ordem. É então que nossa vida firme de oração santifica o mundo em que somos peregrinos.
Aproximar-se do epicentro do poder faz os prudentes se calarem.. Isso é bom. Por quê? Porque a escuta faz parte da centralização. A onisciência de Deus nos informa que não sabemos o suficiente e falamos demais. Como é sábio o antigo provérbio que diz que Deus nos deu dois ouvidos e uma só boca para escutarmos duas vezes mais do que falamos.
A oração, em seu aspecto mais elevado, é o encontro entre um Deus santo com um filho que tem fome de santidade. Um filho que anseia por valores puros diante do Deus que satisfaz em primeiro lugar o discípulo faminto.
(Calvin Miller, em “NAS PROFUNDEZAS DE DEUS”)

terça-feira, 29 de março de 2011

CONFIANÇA CONTAMINADA

Deus instruiu Moisés: “Envia homens que espiem a terra de Canaã, que Eu hei de dar aos filhos de Israel” (Nm 13:1).
A equipe de reconhecimento passa 40 dias fazendo uma investigação às escondidas. E voltam para o acampamento trazendo notícias boas e notícias e notícias ruins: É uma terra onde emana leite e mel, mas um grupo de bandoleiros que se chamam anaquins dão as cartas em toda a região. São enormes – tão grandes que a equipe de reconhecimento sentiu-se como um bando de gafanhotos.
O destemido Calebe levanta a voz e diz: “Vamos expulsá-los e tomar o território!” Seus colegas protestaram: “De jeito nenhum! Eles vão acabar coma gente.” A comunidade israelita vacila e então começam o choro e alamentação.
Eles crêem em Deus. Têm fé em Javé e mesmo assim – com medo dos anaquins abandonam a esperança na Sua promessa. Exetuando Moisés, Arão e Calebe, a desesperança contamina o povo escolhido. Ao se confrontar com o exércitos mais fortes, eles permitem que a confiança na orientação e na proteção de Javé caia por terra. Mas a fé em Deus sem esperança nas Suas promessas é uma confiança contaminada.
Como conhecemos bem o dilema dos Israelitas! O que prevalece é a indecisão e incerteza. Aumenta a necessidade de garantia tangível da fidelidade de Deus. Queremos mais provas convincentes da presença divina ininterrupta. Quando essas coisas não estão a nossa disposição, decidimos assumir o controle. Nossa única paixão é a segurança. Numa vida espiritual cheia de ambigüidades, não podemos nos dar o luxo de cometer erros. A disposição para crer no invisível afunda num mar de dúvidas que nos atormentam. Precisamos de clareza absoluta antes de seguir na caminho da confiança.
Não entendemos que clareza, segurança e provas não podem gerar confiança, nem sustentá-la, nem prover sua existência.
Edward Farrel (autor do livro Oração é Avidez) defende que um dos maiores obstáculos para a confiança é a amnésia. Todos corremos o risco de nos esquecer da fidelidade de Deus no passado e adiemos o que Jesus pede que façamos hoje: que, a semelhança de crianças, nos entreguemos num ato de confiança.
(Brennam Manning, em “CONFIANÇA CEGA”)

segunda-feira, 28 de março de 2011

A ÚNICA COISA NECESSÁRIA

Jeremias tinha uma prioridade bem definida: ele persistentemente se levantava cedo, ouvia Deus e saía para falar e agir de conformidade com o que havia escutado. Isso não era devido ao fato de Jeremias não ter outras coisas a fazer. Era porque ele escolhera o que Jesus denominou de “a única coisa necessária” (Lc 10:42), ao ouvir atenta e confiadamente a Deus.
A marca de certos tipos de caráter é a capacidade de incansavelmente voltar à mesma tarefa com criatividade e interesse, ao longo de toda a sua vida. Nunca desistir ou de dedicar a outras coisas, jamais desviar a atenção ou ser atraído por algo diferente. Agostinho escreveu 15 comentários sobre o livro de Gênesis. Porém, jamais se contentou com o que realizara. Ele nunca acreditou que havia explorado profundamene o primeiro livro da Bíblia. Continuamente ele voltava a considerar os primeiros princípios dos caminhos de Deus. Beethoven compôs 16 quartetos de cordas porque nunca estava satisfeito com o que havia composto antes. O estilo de quarteto o intrigava e desafiava. A perfeição era sua meta. Por isso persistia com disposição nova e criativa a cada tentativa. A mesma coisa muitas vezes, porém nunca o mesmo resultado, pois cada nova tentativa era marcada por notável criatividade.
E quanto a Jeremias? “Durante vinte e três anos [...] tem vindo a mim a palavra do Senhor, e, começando de madrugada, eu vo-la tenho anunciado”. Há somente uma coisa necessária. E há somente o dia de hoje para vivê-la. Comece hoje e repita amanhã, e depois de amanhã, persistentemente. Não de forma insensata, mas com todo o entusiasmo de uma nova experiência.
“Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4:24
(Eugene Peterson, em “ÂNIMO!”)



domingo, 27 de março de 2011

PARCERIA SANTA
Deus se recusa a executar Sua vontade sozinho; Ele quer que oremos antes de realizar a Sua vontade (Ele nos quer como parceiros). Assim, que é oração? É como segue: primeiro Deus tem uma vontade; segundo, tocamos Sua vontade; daí oramos, e, terceiro, enquanto oramos, Deus nos ouve e realiza aquilo que é, de fato, a Sua vontade.
Quão grande engano é pensar que, orando a Deus, o homem dá início às coisas que o próprio homem quer que Deus faça. A Bíblia mostra que primeiro é Deus que tem a vontade; é Ele quem deseja realizar determinada coisa. Ele nos dá a conhecer Sua vontade para que eu a declare. Isto se chama oração. É o próprio Jesus que nos ensina a orar, pois é o próprio Deus quem deseja que o Seu nome seja santificado, Seu reino venha e Sua vontade seja feita na terra. Mas Deus não fará que isso ocorra automaticamente; espera que Seus filhos orem.
Nós, filhos de Deus, nós que aceitamos Jesus como nosso único e suficiente Salvador, precisamos aprender este tipo de oração, para isso temos que ser sensíveis ao que Deus deseja realizar. Precisamos estar dispostos a interceder pelos demais e estar “antenados” para os “fardos de oração” que, por vezes, invadem nossos corações. O que são estes fardos? É uma necessidade (inexplicável) de orar por algo ou alguém.
Tal sensibilidade só ocorre quando nos colocamos nas mãos do Senhor, desejosos que Ele opere em nós e por meio de nós. É assim, como essa santa disposição que trazemos um pouco do Reino de Deus para a terra, e para as nossas vidas.
(Watchman Nee, em “O MINISTÉRIO DE ORAÇÃO DA IGREJA”)

sábado, 26 de março de 2011

UM REINO DIFERENTE
A verdade é que todas as nações e sociedades precisam desenvolver uma moeda que permita a negociação, a comercialização. Esta política monetária é estabelecida pelas autoridades de cada país e sustenta o funcionamento e a estabilidade financeira deste.
Embora invisível, o Reino dos céus também é uma nação. Como tal, funciona com uma moeda e relações de troca. A cultura deste Reino é o amor, sua atmosfera é a esperança, e a moeda corrente é a fé.
A necessidade vital, valiosa e prioritária da fé para a vida cristã é enfatizada pelas declarações feitas acerca da fé no Reino de Deus. Sem fé, o Reino não funciona. Observe as seguintes passagens:
“Seja-vos feito segundo a vossa fé” Mt 9:29-30
“E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles” Mt 13:58
“Ora, sem fé é impossível agradar a Deus” Hb 11:6
“Mas o justo viverá pela fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele” Hb 10:38
Essas declarações indicam claramente a necessidade da fé para o funcionamento da economia e da sociedade do Reino de Deus sobre a terra. O fundamento da moeda do Reino indica que nada pode ser vivenciado apropriadamente sem você acreditar na Verdade e sem esperar que seja seu direito, na condição de cidadão desse Reino, receber algo.
O Reino é ativado pela crença de que é real, relevante e presente. Precisamos acreditar na administração do Reino e em Suas vantagens inerentes, tendo plena convicção de que Deus e as leis que Ele estabeleceu operarão em nossa vida agora e no futuro.
A vontade de Deus é sempre “boa, agradável e perfeita” Rm 12:2, por isso peça ao Pai que, por meio do Seu Santo Espírito, Ele revigore a fé dentro de você, para que assim, por meio da oração, você tome posse do brilhante plano divino para a sua vida.
(Myles Munroe, em “REDESCOBRINDO A FÉ”)

sexta-feira, 25 de março de 2011

TESTEMUNHO
Gostaria de dividir com voces um testemunho,para honra e glória do Senhor !
Uma vez no mês,faço cultos em casa e meu pai e sua esposa (que não são convertidos ainda!) desde o 1º culto que foram, não faltaram a mais nehum.... Adoraram e todos os meses estão lá, firmes e fortes..
A mulher de meu pai, estava com uma doença chamada LÚPUS,uma doença que não tem cura e numa ocasião,lembro que Deus através de um profeta falou que estava curando-a naquela noite!
Isso foi antes do Natal.
Chegando Natal, ela contraiu uma virose e houve complicações por ela tomar um remédio para pressão... Enfim ela foi parar no C.T.I. e um dia eu chegando lá com uma amiga para visitá-la,começamos a orar.
Quando acabou a oração ela chorou muito e falou que naquele momento queria aceitar Jesus como Seu Único Salvador, foi uma benção !!!
Nomês passado, no cultoláem casa, ela deu o testemunho de estar curada do LÚPUS.
Isso mesmo, fez exame, e o LÚPUS.sumiu. Não sente mais as dores e nem tem inchaço nas articulações como antes..
Deus é fiel !!! Ele a curou !!!
Para honra e glória do Senhor !!!




quarta-feira, 23 de março de 2011

SUBVERTENDO AS LEIS NATURAIS












Deus é Todo-Poderoso (atente para esta expressão - TODO-PODEROSO). É capaz de operar milagres que a mais prodigiosa mente não consegue prever ou imaginar. Ele criou as leis naturais e pode passar por cima delas quando quiser, como quiser.
Quando o Senhor quer dar sua mensagem especial para a humanidade, Ele decide usar Seu poder dessa maneira. Jesus Cristo foi concebido de forma sobrenatural pelo Espírito Santo no útero de Maria, mais uma vez mesclando elementos humanos e divinos. Esse é um motivo por que Ele é identificado como o Deus-homem. O Deus infinito é Seu Pai, e uma mulher finita, Sua mãe.
Para comprovar que Jesus Cristo era o Deus-homem, Seu Pai celestial O capacitou a operar milagres que viraram as leis naturais ao avesso. Ele transformou água em vinho, ignorando o processo natural de cultivar e colher uvas. Jesus curou pessoas que estavam doentes, dando de ombros aos tratados de medicina da época. Ele levantou do sepulcro pessoas que já haviam morrido, revertendo as leis naturais do nascimento e da morte. Jesus caminhou sobre as águas, desafiando as leis da gravidade. Ele parou instantaneamente os ventos e as chuvas, acalmou as ondas, vencendo mais uma vez as leis naturais.
Quando Deus capacitou Abraão e Sara a serem pais biológicos durante a sua velhice, isso foi uma prévia de coisas maiores ainda. Isaque, o filho da promessa, seria o canal usado para trazer Jesus ao mundo e ser a Salvação para os que dessem ouvidos à Sua mensagem.
Esse grandioso plano de redenção que está agora em andamento é o cumprimento das promessas que Deus fez a Abraão – que através dele todas as nações da terra seriam abençoadas.
Paulo estava tomado de tanto entusiasmo e unção ao apresentar esse plano redentor que terminou a primeira parte da carta aos efésios com os maravilhosos versículos: “Ora, Àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o Seu poder que opera em nós, a Ele seja a glória, para todo o sempre, amém!” (v. 20-21)
Paulo estava dizenso que é por isto que deveríamos andsr diante de Deus em justiça e sntidade. Deveríamos ser motivados pela Sua graça e misericórdia. E deveríamos nos alegrar na esperança de que Ele nos abençoará com Suas intervenções no centro de nossos problemas e dores, de forma a nos surpreender, se confiarmos incondicionalmente, sabendo esperar, com ponderação, Sua ação PODEROSA.
(Gene Getz, em “ABRÃO, UM MODELO DE OBEDIÊNCIA E FÉ”)

terça-feira, 22 de março de 2011

COMUNHÃO E BENÇÃO
Freqüentemente, em nossa orações cometemos o erro de falar de mais e ouvir de menos. Depois de orarmos sobre algo por um tempo e nada acontecer (ou ver as coisas piorando), tendemos a culpar Deus, talvez não em voz alta, mas em nossos corações. Olhamos para os outros e perguntamos porque Ele não nos abençoa da mesma forma.
Em vez de reclamar, precisamos perguntar por que estamos “derrotados”, então deveríamos ficar quietos e ouvir. Quando dermos a Deus a oportunidade, Ele, no Seu tempo, nos mostrará o que fazer.
Exixtirão momentos em que apresentaremos ao Senhor uma circunstância, e Ele dirá: “Quando você corrigir esse relacionamento, ou quando pagar esta dívida, ou quando obedecer nessa área, então, Eu o abençoarei”. Freqüentemente, o que nos mostra não tem nada a ver com o nosso pedido de oração.
Em situações como essas, normalmente, continuamos orando. Podemos até agradecer a Deus por seu perdão. Temos a esperança de que se ficarmos muito tempo orando sobre o assunto, Deus acabará esquecendo aquela falha específica. Em vez de tomarmos uma atitude corajosa, evitamos encarar de frente nosso erro com a disposição de corrigi-lo.
Mas, quanto mais esperamos, mais Deus retém Suas bênçãos. Às vezes não temos clareza de qual é o problema. Mas, se, sinceramente, deixarmos que Deus sonde nosso coração, o problema invariavelmente se tornará manifesto.
Continuar orando sobre algo e , ao mesmo tempo, recusar-se a fazer o que é certo diante do Senhor, é inaceitável no Reino de Deus. Isso é querer apenas as bênçãos do Pai e não um relacionamento íntimo e maduro com Ele. “Alegra-te do Senhor e Ele satisfará os desejos do teu coração.” Sl 37:4.
O que isso quer dizer? Este versículo nos diz que devemos nos alegrar na comunhão com Deus, devemos buscar com prazer e alegria a presença Dele, a Verdade Dele, os princípios Dele. Só então, receberemos do Senhor tudo aquilo que será benéfico a nós e nos trará permanente alegria e satisfação.
(C. Stanley, em “RESOLVA COM ORAÇÃO”)

segunda-feira, 21 de março de 2011

MISTÉRIO!
MISTÉRIO! Pense nisso por um momento. Que é mistério? Mistério não significa ausência de desígnio. Mistério não significa falta de inteligência. Significa que o desígnio é profundo, insondável, oculto. Muito embora não possamos vê-lo, o plano, o propósito, a inteligência estão presentes. Pode ser inteligência que transcende nosso poder de descobrir e discernir, mas ela está ali. Mistério não significa que o motivo está ausente. Quer dizer apenas que ele é mais vasto, ilimitado e significativo. Não será por isso que o mistério é tão fascinante?
Será que se olhássemos para o mistério da vida – mistério do tratamento de Deus conosco – sob este ponto de vista, nossa vida não conteria em si mesma mais entusiasmo? Esse é o motivo de o mistério ser tão fascinante. É porque existe um plano inteligente e um plano abrangente que contém muitas fascetas, muitos fins. Ele é tão profundo, tão bem elaborado, que no momento não podemos imaginar nenhum desígnio, nenhum propósito compreensível. Sabemos que há por trás de tudo isso alguma coisa em andamento que mais tarde será esclarecido.
Onde não há mistério não há enredo. Mistério profundo significa um grande enredo. Por trás dele, encontra-se uma grande inteligência. Isto é especialmente verdadeiro ao tratar-se de uma vida que se entregou a Deus. Foi isto que o salmista quis dizer no Salmo 36:6 – “As tuas decisões são insondáveis como o grande mar”.
(Paul Billheimer, em “O MISTÉRIO DA PROVIDÊNCIA DE DEUS”)

domingo, 20 de março de 2011

CUIDADO COM A IMPULSIVIDADE!
Quando André levou a Jesus o seu irmão, Simão, este parecia estar bem longe de se tornar um futuro líder espiritual. Pelo contrário, era apenas um pescador tosco, barulhento, profano e genioso, cujo traço mais evidente era a impulsividade.
O temperamento impetuoso de Pedro é visto com clareza na noite em que Jesus andou por sobre o mar. “E Pedro disse: Se és Tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. E Pedro descendo do barco, andou sobre as águas e foi ter com Jesus” (Mt 14:28-29). Quem, a não ser um típico impulsivo deixaria a segurança do barco para andar por sobre as ondas?
Esta história ilustra também uma tendência comum, porém, menos notada. Apesar de sua valentia e coragem aparentes, em geral as pessoas impulsivas são bastante medrosas. Saltam sem olhar, mas logo ficam apreensivos quanto às conseqüências do salto. Foi exatamente isso que aconteceu com Pedro. Depois de alguns passos na água, em vez de olhar para o Senhor, “Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: ‘Salva-me, Senhor!’. E, prontamente, Jesus estendendo a mão, tomou-o e lhe disse; ‘Homem de pouca fé, porque temeste?’”
Essa tendência comum de saltar antes de olhar, e então tremer com as possíveis conseqüências mudará em Pedro (e em qualquer um de nós) quando o Espírito Santo transformar sua vida. Ele se tornará pacífico e terá domínio-próprio. Ele esperará no Senhor em vez de correr aloucadamente em todas as direções. Em lugar de tremer, ele manterá os seus olhos fixos em Cristo. Quem quer que olhe para os fatos terá suas dúvidas, mas Pedro também é um exemplo do que se deve fazer quando dúvidas, ansiedade ou temores tomam conta de nós. Ele clamou “Senhor, salva-me!” e Cristo o salvou.
(Tim LaHaye, em “TEMPERAMENTOS TRANSFORMADOS”)

sábado, 19 de março de 2011

ESPERANDO NOS BASTIDORES
Você já teve a impressão de estar nos bastidores, esperando o início da próxima cena da sua vida? O palco está escuro, e você está esperando que as luzes se acendam e as cortinas se abram. O primeiro ato pode ou não ter ido bem, mas agora você está num intervalo, perguntando-se quando começará o segunto ato.
Quantas vezes, em nossas vidas, nos vemos esperando dessa forma? Esperando que as coisas mudem. Esperando que algo aconteça. Esperando que a vida volte ao normal. Esperando que a porta certa se abra. Esperando que a pessoa certa apareça. Esperando, esperando, esperando.
Não gostamos de esperar. Queremos ação. Mas Deus diz que esperar pode ser bom, pois é assim que aprendemos a ser pacientes. Respondemos que não temos nada contra a paciência, mas queremos tudo na hora! Outros dizem que sabem esperar, contudo, após algum tempo de espera concluem que já esperaram o bastante e acabam “apressando” as coisas agindo sem a direção do Espírito Santo.
Não podemos ter paciência sem a espera. Não podemos exercitar a sabedoria sem espera. Deus nos diz que precisamos de paciência pois ela nos torna completos. Por isso a paciência é um atributo de Deus. Quando somos pacientes agimos como Ele. Quando somos testados, quando caminhamos no deserto, quando ficamos na linha de fogo, boa parte do que aprendemos é ser pacientes.
Descobri que é bem melhor quando encaramos esses momentos como tempo de esperar em Deus. Tente. Voc~e verá o resultado. É muito mais fácil pensar sobre esperar em Deus do que ser paciente com as circunstâncias. Esperar no Senhor dá-nos o senso de que algo está acontecendo – só que não podemos ver. Esperamos numa alegre antecipação por aquilo que Deus nos dará a seguir. E, com certeza, é muito melhor do que podemos imaginar. Ele sempre abençoa com o melhor aqueles que confiante e pacientemente esperam Nele.
“Bom é o Senhor para os que esperam Nele, para a alma que O busca” Lm 3:25
(Stormie Omartian, em “O PODER DA FÉEM TEMPOS DIFÍCEIS”)

sexta-feira, 18 de março de 2011

HARMONIA INTERIOR
A maioria das decisões tomadas emocionalmente são ruins. A boa vida é aquela na qual sua mente controla as suas emoções, e não vice-versa.
A mesma coisa, entretanto, acontece com a sua vontade. Não importa quanta força de vontade você tem, se houver conflitos entre a sua vontade e as suas emoções, e se este choque perdurar por muito tempo, suas emoções haverão de vencer, afinal. Eis porque a Bíblia diz: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido.” L 6:9. Nunca devemos ceder lugar para a pressa, a imprudência, a afobação. Se nos deixamos levar pelas emoções, estaremos vulneráveis a estes riscos e acabaremos agindo precipitadamente, cometeremos erros que nos trarão problemas e curto, médio ou longo prazo. Nossas emoções tornam-se particularmente poderosas quando não temos maturidade espiritual.
Por quantas vezes você já se perguntou: “Por que fiz essa compra?”, “Porque falei aquelas palavras?”, “Por que tomei aquela atitude?”, “Por que tomei aquela decisão?” Você sabia fazer melhor, mas se deixou levar pelas emoções. As emoções não são em si coisas ruins, pelo contrário, somos seres emotivos, Deus nos fez assim, mas não nos fez para sermos escravos delas. Ele também nos deu raciocínio lógico que abrande a perspicácia e a inteligência; devemos fazer uso equilibradamente tanto da razão, como da emoção.
Porém, o uso harmonioso de ambos só fazemos quando delegamos a Deus o poder sobre nossas vidas, nossa mente e nosso coração. Coloque agora mesmo todo o seu ser nas mãos do Todo-Poderoso, peça que Ele reine absoluto em você e através de você. Que assim seja!
(Tim LaHaye, em “POR QUE AGIMOS COMO AGIMOS”)

quinta-feira, 17 de março de 2011

RENDA-SE A DEUS
O que significa rendição?
Render-se a Deus não é resignação passiva, fatalismo ou desculpa para a preguiça. Não é conformar-se com a situação. É exatamente o oposto. Render-se a Deus é sacrificar a vida a fim de mudar o que precisa ser mudado. Deus freqüentemente chama pessoas que se entregaram a Ele, para guerrear em Seu nome, portanto, vê-se que rendição não é para covardes ou subservientes, ao contrário, é para valentes, destemidos, ousados. Pessoas de fibra são capazes de rendição santa. Os fracos fogem disso.
Render-se a Deus também não significa abdicar do raciocínio lógico. Deus não desperdiçaria a mente que nos concedeu! Render-se não é suprimie a própria personalidade; Deus quer utilizar nossas personalidades singulares. Em vez de diminuir a personalidade, render-se a aprimora. C. S. Lewis observou: “Quanto mais deixamos que Deus assuma o controle sobre nós, mais autênticos nos tornamos – pois foi Ele quem nos fez. Ele inventou todas as diferentes pessoas que eu e você tencionávamos ser [...] É quando me viro para Cristo e me rendo à Sua personalidade que, pela primeira vez, começo a ter minha própria e real personalidade”.
A rendição se observa mais claramente na obediência e na confiança. O mais importante exemplo de rendição é Jesus. Na noite anterior a Sua crucificação, Jesus se rendeu aos planos do Pai. Ele orou: “Pai, tudo Te é possível. Afasta de mim este cálice; contudo, não seja o que eu quero, mas se o que Tu queres”.
Aquele que verdadeiramente se rende a Deus diz: “Pai, se este problema, dor, doença ou circunstância é necessário para a Tua glória e o cumprimento do Teu propósito na minha vida ou na vida de outro alguém, por favor, não o afastes”. Esse nível de maturidade não é facilmente alcançado. Render-se é um trabalho árduo, porém, este é o caminho da paz profunda – “Pare de disputar com Deus, assim terá paz e te sobrevirá o bem” Jó 22:21; para a liberdade real – “E, libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça.” Rm 6:18; e para o poder de Deus – “Mas sim ao Senhor, que vos fez subir da terra do Egito com grande poder e com braço estendido, a ele temereis, a ele vos inclinareis, e a ele oferecereis sacrifícios” 2Rs 17:36.
(Rick Warren, em “UMA VIDA COM PROPÓSITO”)

quarta-feira, 16 de março de 2011

ETERNAMENTE DEPENDENTES
Os pais festejam quando seus filhos aprendem a fazer as coisas sozinhos: vestir-se, escovar seus dentes, amarrar o cordão dos sapatos, andar de bicicleta, ir à escola.
Como adultos, gostamos de ganhar o suficiente para podermos nos sustentar, morar em casa própria, tomar nossas próprias decisões e não depender de ajuda de fora. Quando enfrentamos um desafio inesperado, buscamos livros de “autoajuda”. O tempo todo bloqueamos de modo sistemático a atitude do coração que Deus mais deseja e que melhor descreve nossa verdadeira situação no mundo. É o que Jesus disse aos Seus discípulos: “…sem mim nada podeis fazer” (João 15:5).
A verdade é que vivemos numa rede de dependência, na qual Deus está no centro, em quem todas as coisas se centralizam. O teólogo norueguês Ole Hallesby decidiu ficar simplesmente com a palavra desamparo como sendo o melhor resumo da atitude do coração que Deus aceita como oração. Ele disse: “Somente aquele que está desamparado pode orar de verdade.” A maioria dos pais sente tristeza quando seus filhos conquistam sua independência, mesmo sabendo que o crescimento é saudável e normal. Com Deus as regras mudam, pois nunca deixamos de depender Dele, e quando achamos que deixamos, nos iludimos. A oração é a nossa declaração de dependência do Senhor.
Ore como se sua vida dependesse da oração. E depende mesmo!
(Philip Yancey, em “PARA QUE SERVE DEUS”)

terça-feira, 15 de março de 2011

SEGURO E FORTE
“O importante é a fé – a fé que atua pelo amor” Gl 5:6
Símbolos são importantes. Alguns deles, como a ceia e o batismo, ilustram a cruz de Cristo. Eles simbolizam a salvação… mas eles não concedem salvação.
Colocar sua confiança em um símbolo é como alegar ser um marinheiro porque você tem uma tatuagem…
Nosso Deus nos salva, não porque confiamos em um símbolo, em um conceito ou em uma imagem, mas porque confiamos em um Salvador. O ÚNICO Salvador.
“Se somos infiéis, Ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo”. 2 Timóteo 2:13
Nossos ânimos podem alterar, mas o de Deus não altera. Nossas opiniões podem mudar, mas a de Deus não muda. Nossa dedicação pode hesitar, mas a de Deus nunca hesita. Mesmo se formos infiéis, Ele é fiel, pois Ele não pode trair a si mesmo. Ele é um Deus seguro.
Ele é O Salvador seguro, estável, invencível, bondoso e sempre presente.
Presente nas horas tribuladas e Causador das horas calmas e alegres daqueles que aprenderam Nele descansar.
(Max Lucado em, “ALIVIANDO A BAGAGEM")

segunda-feira, 14 de março de 2011

A PROVIDÊNCIA DIVINA NÃO CESSA
“Quem sabe se para tal tempo como esse chegaste a este reino?” Ester 4:14
A história da rainha Ester é um estudo da sobrevivência do povo de Deus em meio à hostilidade. Hamã, o homem mais importante depois do rei, deseja a aniquilação dos judeus. Ele manipula o rei para que execute os judeus. Ester é introduzida em cena e Deus faz uso dela para salvar seu povo. Hamã é enforcado; e Mardoqueu, líder dos judeus no Império Persa, se torna primeiro ministro. A festa de Purim é instituída para marca a libertação dos judeus.
As palavras “tal tempo como este” denunciam um sentido de providência. Era um tempo de crise na história de Israel. Era um tempo para a intervenção divina em que Deus usaria um agente humano para trazer livramento a Seu povo. Era o momento de destino de Ester, o momento para o qual ela nascera. Ela assumiu sua vocação com seriedade e disse, depois de sua hesitação inicial: “Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se perecer, pereci.” (v. 16)
Com estas palavras, Ester se lançou Nas mãos da Providência. Ela entendia o perigo da situação, sabia que podia morrer por desafiar as ordens e a lei dos persas. No entanto, ela decidiu agir em favor do seu povo de qualquer modo, esperando contra a esperança obter êxito.
Ester fizera a obra para a qual fora chamada. A história de redenção se encontrou com a história dos persas, e a interseção do divino com o humano efetuou o livramento dos judeus.
É assim que Deus age. Quando conhecemos e aceitamos a Providência de Deus, podemos enfrentar a vida com coragem, mesmo quando ocorrem situações que nos trazem dor, sofrimento e aflição. A Providência de Deus é a nossa forteleza, nosso escudo e nossa eterna recompensa porque o Deus que move os céus é também o Deus que amorosamente dirige os mais íntimos detalhes de nossas vidas.
Ester sabia disso.
(R. C. Sproul, em “A INVISÍVEL MÃO DE DEUS”)

domingo, 13 de março de 2011

MUDANÇAS DE ROTA
Jesus tem um método e um procedimento para nos conduzir através das tempestades que enfrentamos, bem como também tem uma agenda específica para Seu método e Seu procedimento. O tempo de Deus é perfeito, muito embora possa não ser nosso tempo.
Note o que aconteceu quando Jesus enviou os discípulos após haver miraculosamente alimentado cinco mil famílias pelo uso de alguns poucos pães e peixes. A Bíblia diz que Jesus “compeliu os discípulos a embarcar e passar adiante Dele para outro o lado” Mt 14:22. A implicação é que eles não queriam ir. Jesus insistiu. Ele quis pessoalmente dispensar as multidões. E também separou um tempo sozinho com o Pai. Suas razões foram razões Suas.
Deus não nos deve explicações. Ele nunca precisa revelar-nos a razão por que existe tempestade nas nossas vidas, a menos que queira revelar. Há algumas razões que simplesmente não nos cabe saber.
O que precisamos saber é que Jesus está conosco na tempestade e que Deus tem um plano perfeito para as nossas vidas.
A tempestade no mar, a passagem dos discípulos de um ponto para outro e o tempo de oração que Jesus gastava, estava tudo num perfeito concerto de tempo pelo prisma do Pai.
Não existe impulso de pressa em relação a esta cena da perspectiva divina. Jesus não tinha medo algum que a tempestade tirasse os discípulos de sua rota. Jesus sabia que eles iriam chegar exatamente onde e quando deveriam chegar.
Não há indicação que Jesus estivesse correndo para eles sobre o mar. Não, Jesus estava caminhando na direção deles como se tudo estivesse acontecendo e se desenrolando precisamente como Deus havia ordenado – e de fato foi assim.
Jesus não é apenas o Soberano do mar, mas também o Senhor Soberano da vida de cada discípulo. Sendo assim, Jesus estava totalmente no controle de cada aspecto da experiência.
Você já pensou que o Senhor pode provocar alguma tempestade na sua vida a fim de desviá-lo para o lugar onde Ele quer que você chegue? Que segurança maravilhosa devemos assimilar desta história para as nossas vidas! Jesus é o Senhor de todas as coisas ou apenas de algumas coisas? Ele é o Senhor do tempo, das situações, de todo o universo e de todas as circunstâncias? De fato, Ele é tudo isso! A verdade é que se você tem feito de Jesus o Senhor de sua vida por completo, então não há situação, circunstância, nem período de tempo em que Jesus não tenha absoluto controle e soberania. Ele te certificará que TODAS as coisas (TODAS) cooperam para o seu bem, no seu tempo harmoniosamente perfeito, de acordo com Seus métodos sábios e infalíveis. Basta confiar Nele inteiramente. Quem não confia e faz as coisas de acordo com seus próprios métodos, encontrará problemas, arrependimento e amargura mais à frente. Seja sábio, faça a escolha que trará bons frutos, confie no agir de Jesus.
(C. Stanley, em “NECESSIDADES NÃO ATENDIDAS”)

sábado, 12 de março de 2011

OS FELIZES
Muitas pessoas são perseguidas, não por causa da justiça, mas por uma outra coisa qualquer.
Cuidado para você não fazer um falso juízo de si mesmo!
Alguns são perseguidos, insultados e mal-tratados por conta da sua personalidade desagradável, intratável e intolerável; outros por serem rudes, carrancudos, insensíveis, mal educados; outros porque são orgulhosos e críticos; outros porque são preguiçosos e irresponsáveis (alguém já disse que incompetência mascarada de piedade irá gerar perseguição!); outros por serem mentirosos e contadores de papo; outros por serem fanáticos religiosos e completamente desprovidos de sabedoria para abordar alguém, testemunhar e falar do Evangelho; outros por não terem o menor caráter; outros por causas que não valem a pena brigar e morrer.
Felizes são os que:
Reconhecem sua pobreza espiritual e mendigam diante de Deus;
Choram pelos seus e pelos pecados do mundo e os confessam diante de Deus;
Vivem mansamente e não revidam na mesma moeda, mas se aquietam, confiantemente, diante de Deus, a espera de sua justiça;
Têm fome e sede de justiça e santidade;
Perdoam e estendem misericordiosamente as mãos para ajudar;
Purificam os seus corações, querendo ver a Deus;
promovem a paz, do homem com Deus, do homem com o seu próximo.
Felizes são os que, por assim serem, e viverem, incomodam o mundo de tal maneira, a ponto de serem perseguidos!
Estes são de fato cidadãos do Reino de Deus!
(Pr Samuel Munguba Jr)

quinta-feira, 10 de março de 2011

HUMILDES E QUEBRANTADOS
Esaú, depois de ter a benção de seu pai roubada por seu irmão Jacó, foi destinado a viver como um guerreiro em terras distantes e abertas (Gen. 27:38-40). Esaú, então, fixa residência em uma região predominantemente formada de montanhas, ao sul do Mar Morto (Gen. 33:16; 36:8-9; Dt. 2:4-5), nas regiões do Monte Sinai, cujo nome era Edom (por suas rochas serem de coloração avermelhada). Depois de expulsar os horeus (Gen. 14:5-6), ele tomou posse da montanha toda (Dt. 2:12, 22).
Sela, ou Petra, era a sua capital. Petra era uma das maravilhas do mundo antigo. Era uma cidade única no gênero. Ficava localizada em um vale cercado pelas montanhas rochosas. Uma cidade com pouco mais de 1.5 km² de extensão, onde nas alturas nas partes interiores das montanhas casas eram construídas.
O único acesso a Petra era através de uma profunda fenda serpentiforme na rocha com mais de 1.5 Km de extensão, com enormes penhascos laterais com mais de 200 metros de altura, em ambos os lados. Formando assim uma garganta rochosa. Petra era uma cidade que podia resistir a qualquer invasão. Estudiosos dizem que com apenas 12 homens Edom era capaz de se defender de um exército inteiro, devido a dificuldade de acesso para as tropas inimigas.
O orgulhoso espírito de Edom por certo brotava de sua crença de ser impenetrável e, conseqüentemente, invencível. Edom cria em seu coração que ninguém seria capaz de obrigá-los a descer de sua alta habitação.
Petra, a capital de Edom, era o grande mercado comercial sírio e árabe, onde estavam bem guardados muitos artigos, bens e tesouros caros e preciosos. Por ser localizada em uma rota comercial estratégica (Norte da África, Europa e Ásia) e por ser inacessível Edom se auto-nomeou como a polícia fiscal da região: ou os viajantes pagavam impostos para passar pelo lugar ou eram saqueados. Isso contribuiu para o acumulo de bens e tesouros que Edom possuía, sem dizer que, por sua posição estratégica, Edom não precisava pagar impostos caros para nações maiores os protegerem de invasores.
Fazendo o devido paralelo a partir desta descrição, Edom representa a vida daqueles que: Gabam-se por terem construído suas vidas “sozinhos”; vão atrás, partem pra luta, conquistam, executam seus projetos, constroem seus ninhos em “lugares inacessíveis” e dizem: agora pronto, ninguém nos tirará este privilégio!; sentem-se orgulhosos por terem construído suas vidas sozinhos; sentem-se orgulhosos por pensar não existir ninguém ou qualquer coisa capaz de reverter a situação; depositam todas as suas esperanças nos bens adquiridos e estocados; encontram uma posição privilegiada e passam a viver para acumular, tentando encontrar nisso compensação, segurança e prazer.
Tanta segurança, tanta autoconfiança, tanto orgulho e prepotência não foram suficientes para impedir que o Senhor ordenasse a destruição de Edom (Obadias 1.1-9).
Assim como Deus governa sobre reis e nações (2Cr 20:6; Dn 5:21), assim como Ele dirige cada passo da história, Ele também o faz em nossas vidas.
E, se preciso for, Ele armará uma “emboscada” para nos colocar no nosso devido lugar, humildes e quebrantados.
(Pr Samuel Munguba Jr)

terça-feira, 8 de março de 2011

MÉTODO DIFERENTE
Aprendemos no Antigo Testamento como Deus age muito diferente do que poderíamos imaginar. Ele se move lentamente, de forma imprevisível e paradoxal.
Para fundar Sua tribo escolhe um pagão da região que hoje é o Iraque e o faz passar por uma série de testes, em muitos dos quais Abraão não se sai bem. No Egito, por exemplo, ele demonstra uma moral inferior aos adoradores do sol.
Depois de prometer uma descendência numerosa como as estrelas do céu e a areia do mar, o que Deus faz é dar prosseguimento a uma “clínica de infertilidade”. Abraão e Sara esperam até os noventa ans para ver o primeiro filho; a nora deles, Rebeca, permanece estéril por muito tempo; o filho dela, Jacó, tem de esperar catorrze anos pela esposa dos seus sonhos, para descobrir então que ela também é estéril. Três gerações de mulheres estéreis não parece ser uma maneira muito eficiente de construir uma grande nação.
Depois de fazer promessas semelhantes de uma terra especial, Deus faz os israelitas passarem por um desvio no Egito, onde eles apodrecem por quatro séculos até que Moisés chega para conduzi-los à terra prometida, peregrinação deplorável que leva quarenta anos em vez das duas semanas esperadas. Evidentemente Deus trabalha com um calendário diferente do usado por seres humanos impacientes.
Porém, sempre faz a coisa certa, na hora perfeita.
(Philip Yancey, em “A BÍBLIA QUE JESUS LIA”)

segunda-feira, 7 de março de 2011

O GRANDE CONVERTEDOR
Saulo era esforçado, ambicioso, e muito comprometido com seus valores religiosos. Ele tinha um bom relacionamento com o sistema. A maior ameaça no seu emprego era um culto judaico conhecido como “O Caminho”. Alguns anos mais tarde ele veio a se chamar Cristianismo.
Saulo odiava essas idéias religiosas. Por que alguém ameaçaria a maravilhosa, por séculos honrada e teologicamente sofisticada tradição? A única coisa que Saulo queria ver mudada era qualquer coisa que ameaçasse seu entendimento de Deus. Saulo sabia tudo sobre Deus e ele não estava interessado em abandonar seu nicho de verdade.
Ele soube que alguns adeptos do Caminho estavam se escondendo em Damasco. Determinado a persegui-los, preparou-se sem demora e foi no encalço deles. Durante a viagem na estrada, no caminho do seu zelo para agradar a Deus, Saulo ficou cego por uma luz mais brilhante do que o sol. Caiu ao chão e ouviu uma voz dizendo: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” Havia mais de Deus do que Saulo presumia conhecer.
Observe, esta não foi uma conversão de um pecador penitente, Saulo não veio a Deus implorando perdão. Na verdade, esta conversão não foi idéia de Saulo. A conversão começa como uma surpreendente iniciativa de Deus em nossas vidas.
Assusta-nos pensar que Deus poderia de fato intervir em nossas boas vidas e dizer: “Eu não me importo o quão devotamente você acredita, você não sabe quem Eu sou” Se isso acontecerá, a vida será bem diferente. O inverso também é verdade. Não interessa o quão desesperadamente queremos mudar, nunca o faremos a menos que vejamos Deus de uma maneira diferente. Somente Deus é O Grnade Convertedor. Não podemos mudar a nós mesmos (verdadeiramente), não podemos ajudar, mas ser mudados quando Ele revela mais Dele para nós.
Seguir Jesus é penetrar num processo duradouro de descobrimento de Deus mais do que já sabemos, descobrindo que “Meus caminhos são mais altos que os seus caminhos”, descobrindo que, muitas vezes, temos sido adoradores não de Deus mas de uma expectativa de Deus. Nada torna as coisas mais difíceis de ver a Deus do que nossas expectativas por Ele. Elas geralmente nos cegam pra os novos caminhos em que Ele está agindo para nos conduzir. A verdadeira conversão nos puxa para longe da religiosidade, longe de ter todas as respostas. Ela nos torna peregrinos numa jornada através da vida com algumas perguntas difíceis. Porque Deus está agindo sempre além dos nossos limites, convidando-nos para nos arriscar no desconhecido onde fomos abandonados por tudo – especialmente por nossas expectativas erradas de Deus.
Assim que Saulo obteve esta visão do Senhor, Ele foi transformado de perseguidor da igreja em um de seus líderes mais eminentes. A personalidade de Paulo não mudou de todo. Mas o zelo com que sistematicamente perseguia a igreja transformou-se no zelo que levou o evangelho ao redor do mundo.
Deus faz tudo MUITO mais maravilhosamente surpreendente e perfeito do que possamos sonhar ou pensar. De fato, os Seus caminhos são SEMPRE mais altos do que os nossos. SEMPRE ganharemos se nos deixarmos levar por este Caminho que nos leva à verdade, ao acerto, ao melhor de Deus para nós.
(M. Craig Barnes, em “QUANDO DEUS ABANDONA”)

domingo, 6 de março de 2011

LIMPEZA MENTAL
Eu tinha o hábito de achar que todo pensamento que vinha à minha mente era somente meu, como se eu não tivesse nenhum controle sobre ele. Meus pensamentos podiam fazer com que eu me sentisse rejeitada ou triste. Com medo ou deprimida. Quando eu pensava coisas do tipo: “Você não é digna de alguma coisa boa”, “Você sempre fracassará ao tentar fazer algo certo”, “Ninguém irá amá-la verdadeiramente um dia”, eu usava e abusava de drogas e bebidas alcoólicas para afligir essas idéias e silenciá-las. A esta altura eu mergulhava em um abismo de depressão tão profundo que a única voz que eu ouvia era: “Não há como fugir da sua miséria”. Tudo porque eu não conseguia controlar os pensamentos em minha cabeça.
Depois que conheci VERDADEIRAMENTE Jesus, depois que passei a ter um relacionamento REAL com Ele, a voz da esperança e da razão passou a ser mais alta do que as vozes da futilidade e da confusão. Aprendi a ganhar controle sobre minha mente e a distinguir as mentiras em minha cabeça da verdade da Palavra de Deus. Aprendi a comunicar-me com Deus na oração e a experimentar a liberdade de viver do modo de Deus. E aprendi coisas sobre a adoração e o poder oculto do louvor. Descobri que, toda vez que eu louvava a Deus, as vozes negativas em minha cabeça eram silenciadas. Elas não só não tinha poder algum, como também não podiam ser ouvidas.
Mesmo agora, sempre que adoro e louvo a Deus, vejo que minha mente fica mais clara e que estou mais apta para ouvir Deus falar ao meu coração. Posso ver a mim mesma e minha vida pela perspectiva de Deus, e posso compreender melhor a verdade sobre a minha própria situação naquele momento.
Todos somos susceptíveis de fraquezas em nosso pensamento, independentemente do tempo e do grau com que conheçamos o Senhor. Cada um de nós tem a capacidade de ficar um pouco encurvado, um pouco torto, um pouco fora do caminho, um pouco confuso se não concentrarmos nossa mente em Jesus. Só pensar em coisas boas não é suficiente para ajustar seus pensamentos. Eu tentava isso, mas não funcionava.
Você não pode vencer pensamentos negativos com pensamentos bons. A batalha entre os dois será acirrada para sempre. É preciso combater os pensamentos destrutivos com a Palavra de Deus, com a oração e com o louvor.
Deus quer que assumamos o controle de nossa mente e não permitamos que os pensamentos se apeguem àquilo que é contrário ao que Ele diz em Sua Palavra. Em vez de deixar que pensamentos negativos o atormentem, afugente-os repetindo a Palavra de Deus e louvando-O. Fale: “Eu te adoro, Jesus, Tu és meu Senhor e Rei!” Concentre-se na grandeza de Deus e em Seu amor por você e O louve por isso. Se você agir assim toda vez que os pensamentos ruins vierem a sua mente, eles, por fim, desaparecerão.
(Stormie Omartian, em “O PODER TRANSFORMADOR DA ORAÇÃO”)

sábado, 5 de março de 2011

PLATAFORMAS DE LANÇAMENTO

Deus não coloca necessidades em nossas vidas a fim de sermos seres humanos incompletos e imperfeitos.
Essas necessidades existem dentro de nós de modo a compelir-nos a buscar a Deus e dependermos Dele para nos fazer inteiros e completamente produtivos e eficazes dentro de um plano maior e propósito que Ele tem para nós aqui na terra. Nossas necessidades, em outras palavras, tornam-se nosso potencial. Na solução e na superação de necessidades pelo poder do Espírito Santo, verdadeiramente entramos na plenitude de tudo aquilo para o qual fomos criados a realizar, alcançar e cumprir em nossas vidas. Nossas necessidades são plataforma de lançamento para concretizar o propósito para nossas vidas. Elas são o ponto de partida para aprendermos, crescermos, nos desenvolvermos e finalmente chegarmos à plenitude da estatura de Cristo Jesus.
Louve a Deus pelas necessidades que Ele colocou dentro de você. Elas são a evidência de que Deus está trabalhando o tempo todo para supri-las, e que Ele o ama bastante para querer que você se torne a pessoa com quem Ele deseja passar toda a eternidade.
(C. Stanley, em “NECESSIDADES NÃO ATENDIDAS”)

sexta-feira, 4 de março de 2011

DEUS NOS LEVA SEMPRE ADIANTE
Há surpresas quando Deus responde às nossas orações. Tenho descoberto quão pouco humanas são as maneiras como Deus “pensa”. Coisas que parecem tão certa, tão boas, tão oportunas, tão lógicas, tão óbvias para nós freqüentemente são recusadas, substituídas e até mesmo revertidas por Deus quando Ele sem jamais cometer um erro – errar o alvo, chegar cedo ou tarde demais – envia respostas tirada de Sua mente onisciente.
Precisamos enxergar pela perspectiva de Deus. Devemos tentar ver o quadro maior que o plano de Deus poderia ser, e como cada resposta que Ele dá se encaixa em Seu propósito soberano. Quantas vezes questionamos quando Deus não responde da maneira que desejamos! Como resmungamos quando pensamos que Ele não respondeu, quando na realidade não reconhecemos a resposta que nos deu! Ou quando, em rebeldia, resolvemos que, se é assim que Deus vai responder, nunca mais vamos orar.
Mas, Deus nos contou as “coisas grandes e poderosas” que faria depois que Suas respostas fossem “coisas que não sabemos”. O processo mental onisciente de Deus determina Suas respostas às orações que Seus filhos fazem, bem como todas as coisas a que essas orações dão início.
Também, a resposta de Deus geralmente produz orações ampliadas e mais fervorosas. Com Sua resposta, encontramo-nos no plano seguinte do qual então lançamos nosso próximo empreendimento através da oração.
Quantas vezes ouvimos: “Deus responde sempre, mas Suas respostas podem ser sim, não ou espere”. Em minha própria experiência, nem sempre é assim. Sua interação comigo em oração é mais abrangente. Sua resposta sempre inclui: “Continue interagindo comigo, minha filha. Tenho muito a realizar através de suas orações.”
Será que com você também não acontece o mesmo?
(Evelyn Chistenson, em “UMA JORNADA DE ORAÇÃO”)

quinta-feira, 3 de março de 2011

PENSE BEM!
“Assim como imagina em sua alma, assim ele é…” Pv 23:7
Esse provérbio bíblico, por si só, nos deixa saber como é importante que pensemos adequadamente. Os pensamentos são poderosos e, de acordo com o escritor do livro de Provérbios, possuem uma habilidade criativa.
A Carta aos Romanos 8:5, nos ensina que, se colocarmos nossa mente nas coisas da carne, caminharemos na carne, mas se colocarmos nossa mente nas coisas do Espírito, caminharemos no Espírito.
Há milhares e milhares de pensamentos que nos são apresentados todos os dias. A mente tem de estar renovada para seguir o Espírito, e não a carne. Nossa mente carnal (mundana) tem tanta prática de operar livremente que, com certeza, não temos de fazer qualquer esforço para pensar erradamente.
Por outro lado, nós temos de escolher pensar certo propositalmente. Depois que finalmente decidirmos ter uma mente como a de Deus, então teremos de escolher, e continuar a escolher pensamentos corretos.
Quando começarmos a sentir que a batalha da mente está muito difícil e não conseguimos vencer, então devemos ser capazes de lançar fora esse tipo de pensamento e escolher pensar que vamos conseguir! Não apenas devemos escolher pensar que daremos conta de pensar corretamente, mas também devemos decidir não desistir de pensar corretamente. Bombardeados de dúvidas e medos, devemos tomar posição e dizer: “Jamais desistirei! Deus está do meu lado, Ele me ama e está me ajudando”!
Quando a batalha parece sem fim e você pensa que jamais dará conta, lembre-se de que você está reprogramando uma mente muito carnal e mundana para pensar como Deus pensa.
Impossível? Não!
Difícil? Sim!
Mas pense: você tem Deus em seu time. Ele é o melhor “programador de computador” que há por aí. (Sua mente é um computador que tem o lixo de uma vida inteira programado dentro dela). Deus está trabalhando constantemente em você SE você O convidou para tomar conta dos seus pensamentos. Ele está reprogramando sua mente. Apenas continue cooperando com Ele – e não desista!
Isso definitivamente levará tempo e não será fácil, mas você está indo na direção correta se você escolheu a forma de Deus de pensar. Você gastará tempo fazendo alguma coisa, então que seja indo em frente e não ficando na mesma confusão para o resto da sua vida.
Em Deuteronômio 1:2, Moisés assinala aos israelitas que era uma jornada de 11 dias até a fronteira de Canaã, entretanto eles levaram 40 anos para chegar lá. Então, no versículo 6, ele lhes disse: “O Senhor, nosso Deus, nos falou em Horebe: ‘Tempo bastante haveis estado neste momento’”.
Os israelitas ficaram no deserto 40 anos porque eles tinham uma “mentalidade desértica” – maneira de pensar errada que os mantinha em escravidão. Tome uma decisão de que terá a sua mente renovada e aprenderá a escolher seus pensamentos cuidadosamente.
(Joyce Meyer, em “CAMPO DE BATALHA DA MENTE”)


quarta-feira, 2 de março de 2011

NA CONTRAMÃO
Ser forte é esperar segurando a mão de Jesus quando não há evidências de vitórias.
Ser valente é ter paciência para esperar o que somente DEUS pode fazer.
Ser firme é passar sereno pelas injúrias.
Ter coragem é manter a calma, olhando para Cristo, no momento de tormenta.
Ter fé é saber ficar quieto, é simplesmente “não fazer” e deixar Deus ser Deus.
Ser destemido é soltar as rédeas de todas as situações e entregá-las ao Senhor, o único onipotente.
O mundo nos impõe uma realidade palpável, visível, porém, falível, efêmera e irreal. A realidade visível é inimiga da fé, se opõe à esperança.
Para vencer o mundo e suas “verdades” rasas e bobas, para superar o medo, para ganhar os prêmios de Deus, só há uma arma – ORAÇÃO. Oração não é o último recurso, é o principal segredo dos verdadeiros vencedores, aqueles que Deus abençoa com o definitivamente melhor.
Ande na contra-mão do mundo – renda-se ao ÚNICO Deus, Aquele que se fez homem em Jesus Cristo. Aquele que justifica, perdoa e salva todos que crêem no Seu ato magnânimo na Cruz do Calvário.
Ande na contra-mão do mundo – ORE! Ore a este Deus, creia neste Deus, se alegre neste Deus, viva intimamente com este Deus e confie neste Deus, você não será envergonhado.
“Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” 1 Jo 5:4
(Neuma Fernandes)

terça-feira, 1 de março de 2011

SURPREENDIDOS
“Vede entre os gentios e olhai, e maravilhai-vos, e admirai-vos; porque realizarei em vossos dias uma obra que vós não crereis, quando for contada.” Hb 1:5
Às vezes, Deus dá respostas inesperadas às orações. Isso, mais que qualquer outra coisa, foi o que realmente assustou o profeta Habacuque. Por longo tempo parece que Deus não responde absolutamente nada. Então, quando vem a resposta, o que Ele diz é ainda mais misterioso do que a Sua aparente falha em não dar ouvidos às nossas orações.
John Newton escreveu um poema descrevendo uma experiência pessoal similar. Ele aspirava a algo melhor em sua vida espiritual. Clamava por um conhecimento mais profundo de Deus. Mas, em vez disso, Newton teve uma experiência que durou meses na qual parecia que Deus o abandonara. Ele foi tentado e provado além da sua possibilidade de compreensão. Contudo, por fim, ele veio a entender o que se passava e viu que foi desse modo que Deus respondeu à sua oração. Deus deixara que ele descesse ao fundo para ensiná-lo a depender inteiramente Dele. Depois que Newton aprendeu a lição, Deus o livrou da sua provação.
Temos a tendência de prescrever as respostas às nossas orações. Achamos que Deus só pode responder de um jeito. Mas as escrituras nos ensinam que, às vezes, Deus responde às nossas orações permitindo que as coisas piorem antes de ficarem confortáveis para nós. Muitas vezes, Ele faz o oposto do que antecipamos. Contudo, um princípio fundamental da vida e do andar da fé consiste em estarmos sempre preparados para o inesperado quando estamos tratando com Deus.
O melhor disso é que, sempre o inesperado de Deus nos surpreende alegremente.
(D. Martyn Llloyde-Jones, em “DO TEMOR À FÉ”)