domingo, 16 de fevereiro de 2014

SOMOS LIMITADOS

Compreender que Deus age de forma inesperada é razão para reconhecermos nossos limites. Se insistirmos em pensar que devemos saber tudo ou que somos capazes de fazer qualquer coisa, continuaremos frustrando-nos, pois Deus não opera de acordo com as nossas diretrizes. Na realidade, aceitar as próprias limitações é uma experiência libertadora. É um dos elementos-chave da fé genuína.
Quando você tiver dúvidas sobre o que fazer, confie no Senhor. Quando nada fizer sentido algum, creia. Conhecer nossos limites nos liberta como nenhuma outra coisa o faz. Por que? Porque a fé do Reino submete suas limitações ao ilimitado Deus. Nas mãos Dele, nossas restrições se tornam forças. Paulo declarou que o poder de Deus se aperfeiçoa em nossas fraquezas, por isso falou:
“Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessedades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando estou fraco, então, sou forte.” 2Co 12:10
Conhecer nossas limitações nos faz confiar no poder de Deus e em Sua sabedoria, em vez de confiar em nossa capacidade particular.
Pedro pensou que poderia permanecer firme por Cristo usando sua própria força, mas falhou de forma humilhante quando o temor por sua segurança o levou a negar Jesus três vezes. Contudo, quando Pedro reconheceu suas fraquezas e as submeteu a Deus, ele se tornou um exemplo de fé, proclamando corajosamente o evangelho diante de reis e imperadores.
Confie suas limitações ao Deus ilimitado. Não insista em querer saber tudo. O que tiver de compreender, Ele lhe ensinará. Não fique frustrado por causa das coisas que não pode realizar. Toda vez que precisar fazer algo – o Senhor o capacitará. Deixe Deus ser Deus em sua vida. Permita que o guie quando você estiver pronto.
“SENHOR, o meu coração não se elevou nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes matérias, nem em coisas muito elevadas para mim. Certamente que me tenho portado e sossegado como uma criança desmamada de sua mãe; a minha alma está como uma criança desmamada.” Sl 131:1-2
(Myles Munroe, em “RE-DESCOBRINDO A FÉ”)

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