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terça-feira, 31 de agosto de 2010

AS FACES DA FÉ



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? por que estás afastado de me auxiliar, e das palavras do meu bramido? Deus meu, eu clamo de dia, porém tu não me ouves; também de noite, mas não acho sossego.” Salmo 22

“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará. Deitar-me faz em pastos verdejantes; guia-me mansamente a águas tranqüilas.” Salmo 23
Tenho descoberto que esses salmos estão desafiando a diferentes tipos de fé. O salmo 23 forja a fé como de criança, e o salmo 22 modela a fidelidade, um tipo de fé mais profundo e misterioso. A vida com DEUS pode incluir os dois tipos.
Às vezes experimentamos momentos de rara proximidade, quando as orações são atendidas de forma inequívoca e DEUS parece íntimo e atencioso. Mas também experimentamos dias negros, em que DEUS se cala, em que nada funciona de acordo com as fórmulas e todas as promessas da Bíblia parecem descaradamente falsas. Um dos aspectos da fidelidade é aprender a confiar que, para além dos perímetros da escuridão, DEUS ainda reina e não nos abandonou, não importam as aparências.
Esse leque tão amplo de sentimentos, que antigamente eu via como um desalinho sem esperança, agora vejo como um sinal de saúde. Nos salmos aprendi que tenho o direito de levar a DEUS qualquer tipo de sentimento que tenha em relação a ELE. Muitos salmos transmitem essa idéia de “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!”, uma forma de nos convencermos a crer quando as emoções estão vacilando.
(Fonte : Philip Yancey, em A BÍBLIA QUE JESUS LIA)

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