quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O SILÊNCIO DE DEUS

Realmente não podemos medir o envolvimento E O INTERESSE de DEUS em nossa vida pela natureza de nossas circunstâncias. Temos de fazê-lo por dois instrumentos: primeiro, o desenvolvimento de nosso caráter e, segundo, a realização do SEU plano. José passou mais ou menos treze anos enfrentando adversidades uma após outra, e DEUS achava-se presente em tudo, o tempo todo. Estava executando SEU plano mediante aquele sofrimento. E do mesmo modo usará a adversidade a fim de executar SEU plano para nós também.
“Então, o que eu devo fazer enquanto isso?”
É o que alguém poderá perguntar. A resposta é simples, embora não seja necessariamente fácil: CONFIE EM DEUS. Essa resposta pode parecer-lhe simplista demais diante das circunstâncias específicas que você enfrenta. Contudo, se não confiarmos em DEUS o que é que faremos? Pense em José, não tinha família, nem amigos, nem igreja, nem liberdade, nem dinheiro, nem Bíblia e, aparentemente, nem resposta da parte de DEUS. Entretanto, ele permaneceu fiel.
Quando DEUS silencia, só dispomos de uma opção racional: CONFIAR NELE. Esperar NELE. DEUS pode estar silencioso, mas não apático, nem nos abandonou.
(Charles Stanley, em “COMO LIDAR COM O SOFRIMENTO”)

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