quinta-feira, 18 de abril de 2013

ESPERE SURPRESAS
 

Aprendi uma grande lição na vida com Deus: Ele nos dá as coisas para que aprendamos como devolvê-las para Ele. O Senhor não quer que nos apeguemos neuroticamente a elas. Quer que as dediquemos a Ele. Quer que enxerguemos o amor, a misericórdia e o zelo Dele, por nós, através delas.
O Senhor vai te usar de um modo maravilhoso? Com certeza, se você permitir. Ele vai te preparar de um jeito como você jamais imaginou? Se você deixar, provavelmente sim. E, se você não tiver cuidado, vai olhar para as provações, os testes, as interrupções repentinas, os desapontamentos, as tristezas, o desperdício de oportunidade, os momentos ruins e vai pensar Deus acabou comigo, quando, na verdade, Ele o está equipando. Da mesma forma, são as coisas boas com as quais Ele nos presenteia, elas nos equipam também.
As provações nos equipam para termos confiança Nele, para aprendermos a ter paciência, para nos fortalecer. As boas coisas vêem para nos equipar com a humildade, a gratidão, e com a visão de que Ele é o provedor, o doador, a fonte, é a Ele que devemos adorar e depender.
“Duvido que Deus possa usar alguém grandemente sem que o fira profundamente”, disse A. W. Tozer.
Por que trato disso tão deliberadamente? Porque estou convencido de que as surpresas de Deus (tanto as que nos alegram, como as que nos entristecem) não são exceção, são a regra. Nosso conceito sobre a vontade de Deus é que Ele nos guia como nós nos guiaríamos e planeja como nós o faríamos. Mas, não é sempre assim. Sua vontade está muito além de nossa compreensão, embora algumas vezes ela se equipara a nossa, na maioria das vezes, não é bem assim.
O método preferido de Deus é a surpresa. Portanto espere surpresas. Repito, surpresas são a regra, não a exceção. Suas surpresas exigem flexibilidade e fé. Quando você se vê numa situação que não esperava, precisa adaptar-se. Deus não cometeu nenhum erro, você não cometeu nenhum erro. Você está simplesmente passando pelo processo de desenvolvimento interno, que é parte do arranjo que Deus faz dos eventos, por mais dolorosos que sejam, por mais inesperados que sejam.
(Charles Swindoll, em “O MISTÉRIO DA VONTADE DE DEUS”)

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