segunda-feira, 2 de maio de 2011

NO MEIO DA TEMPESTADE
























Os primeiros passos foram bem. Mas depois de alguns lances na água, ele se esqueceu de olhar para Aquele que o havia trazido até ali e começou a afundar.
Nesse ponto vemos a principal diferença entre o homem que esconde seu problema e o que admite.
O primeiro se preocupa mais com sua imagem do que com seu pescoço. Ele prefere afundar do que permitir que seus amigos soubessem que ele pedira ajuda.Ele prefere se afogar “à sua maneira” a se livrar “à maneira de Deus”.
Pedro, pelo contrário, sabia mais do que contar os dentes de um cavalo dado. Ele sabia mais do que morder a mão que podia salvá-lo. Sua reação pode não ter sido muito polida – provavelmente não o colocaria na capa da Veja – mas o tirou das águas profundas.
“Salva-me!”
E visto que Pedro preferiu engolir o orgulho e não a água, a mão de Cristo veio através da água e o levantou.
A mensagem é clara.
Se para você Jesus é uma entre muitas opções, então Ele não é a opção. Se alguém pode conduzir seu próprio fardo, não precisa de ninguém para ajudá-lo. E se sua situação não lhe traz sofrimento, você não receberá conforto. Se para você tanto faz recebê-Lo ou deixá-Lo, é melhor deixá-Lo, porque Ele não pode ser aceito pela metade!
Mas quando chora, quando chega ao ponto de sofrer pelos seus pecados, quando admite que não tem outra opção senão lançar seus cuidados sobre Jesus, e quando não há verdadeiramente outro nome que possa invocar, então lance sobre Ele todos os seus cuidados, pois Ele, somente Ele, está esperando no meio da tempestade.
(Max Lucado, em “O APLAUSO DO CÉU”)

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